[RESENHA] O Álbum, Timothy Lewis

0d4b5eec-8f06-48fe-b257-bc2b9fcd6573

ISBN: 13: 9788581637365

Ano: 2015

Páginas: 240

Língua: Português

Editora: Novo Conceito

Preço Médio: R$ 25,00

Para Adam, negociante de objetos usados, a casa de Gabe Alexander é apenas uma propriedade que será esvaziada e vendida pelo maior lance. Entretanto, em meio às prateleiras repletas de relíquias, um álbum antigo atrai sua atenção. Nele há cartões-postais amarelados pelo tempo, escritos ao longo de 60 anos. Intrigado, Adam começa a lê-los: eles estão cheios de frases românticas e delicadas, as provas do amor incondicional entre Gabe e Pearl Alexander.

Gabe cuidava para que um cartão chegasse às mãos de Pearl todas as sextas-feiras. Cada um deles possui não apenas um poema, mas verdades preciosas sobre o cotidiano de um casal que viveu um sonho. A soma de todas essas verdades talvez responda perguntas que Adam se faz há muito tempo.

Em O Álbum, confesso que a leitura não fluiu. A trama é algo que imaginava que iria me envolver por completo – me lembrou certas tramas do Sparks – mas apesar de bem construída e bem apresentada, infelizmente não me fisgou. Talvez o excesso de romance do livro tenha me deixando um tanto… boring.

Acho que quem gosta muito de ler infelizmente passa por isso de vez em quanto. O livro tem tudo para ser seu número, quando na verdade a gente acaba notando que não é bem assim. É bem frustrante, e, no meu caso, a questão foi não conseguir me importar com alguns dos personagens. Isso me frustra em um nível que jamais vou conseguir mensurar. Como disse é frustrante, afinal, se você não consegue se importar com o personagem, se ligar a ele, como é que você vai se ligar de fato ao que está ocorrendo naquelas páginas? O fato de não me identificar com os personagens não me faz cega – a trama é interessante e bem construída. Só não consigo, de fato, aproveitar como o autor merece.

E, para encerrar esse post, indico o livro para quem curte um romance leve. Sim, indico. O fato de não ter funcionado para mim, não significa que não pode funcionar para você. Além disso, não foi uma leitura ruim a ponto de virar um “Vixe MARIA”. Depois do meu pequeno grandioso trauma no ano passado com a tal trilogia, venho tomando cada vez mais cuidado para que a leitura seja ruim, mas não se torne um pequeno trauma. rsrsrs

Imagino que essa minha resenha não tenha sido encorajadora, mas para quem nos conhece, sabe que aqui no Blog a gente sempre divide as nossas experiências, sejam boas ou ruins com vocês.

Bem, acredito que é isso.

XoXo