[RESENHA] O RETRATO DA CONDESSA, M. S. FAYES

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ISBN: 9788568839072

Ano: 2015

Páginas: 166

Língua: Português

Editora: Qualis

Preço Médio: 20,00

Sinopse: Num encontro casual, Laura e Vincent veem suas vidas mudarem drasticamente. Passado e futuro se juntam de maneira espetacular, em um amor atemporal. Quando Laura viajou com suas amigas para um hotel charmoso em Londres, não esperava se deparar com um homem elegante e de porte aristocrático em seu quarto. Se Vicent Kildare, Conde de Lilwith, conseguisse usar apenas uma palavra para descrever os eventos que vivenciou, certamente seria “inacreditável”. Dois Mundos diferentes, que colidem e resultam num amor que nem mesmo o tempo pode apagar. 

Esse é o primeiro livro de romance de época brasileiro que eu leio na vida, não sei por que mas sempre sou um pé atras com livros brasileiros (deve ser trauma do tempo de escola).

O livro fala sobre o Conde Kildare que vai a uma festa na casa de um amigo e por está indisposto vai descansar num dos quartos e durante a ida para o quarto ele ajeita o quadro de uma moça que estava torto, quando ele entra no quarto ele vai parar num tempo totalmente diferente e avançado. Nesse mundo tão avançado ele conhece Laura que é a garota que mostra como o mundo mudou muito durante os anos, durante esse processo de descoberta das maravilhas do ano de 2014 eles também irão procurar uma forma de fazer o conde voltar para o seu tempo e até que isso aconteça eles se envolvem de todas as formas.

Depois que o conde volta para o seu tempo a Laura não suporta mais viver sem o conde e acaba indo parar no tempo dele e aceita viver sem tecnologia, luz elétrica e roupas confortáveis só para poder ficar com o conde e durante o processo de adaptação da Laura vão acontecer várias aventuras e loucuras na vida dela.

Os capítulos são curtinhos e é uma leitura que flui com facilidade. É um livro que eu consideraria uma comédia romântica de época. Achei que poderia ter sido um pouco melhor em relação a os personagens principais, o desenvolvimento deles no começo foi muito rápido e quando você menos espera muita coisa já aconteceu e nem chegou na metade do livro. A linguagem do livro poderia ser menos espontânea por ser de época, o fato dos personagens do ano de 1817 aceitarem o comportamento e certas linguagens da personagem de 2014 tão bem me fez perceber que a autora pode ter as vezes esquecido que a personagem principal não estava mais em 2014.

Pra quem quer uma leitura descontraída para um domingo preguiçoso, essa pode ser uma boa escolha.

Bye