[RESENHA] Ônix – Jennifer L. Armentrout

Ônix

Ano: 2016

Páginas: 416

Língua: Português

Editora: Valentina

Preço Médio: 35,90

Sinopse: Estar conectada a ele é uma droga! Graças ao seu abracadabra alienígena, Daemon está determinado a provar que o que sente por mim é mais do que um efeito colateral da nossa bizarra conexão. Em vista disso, fui obrigada a dar um “chega pra lá” nele, ainda que ultimamente nossa relação esteja… esquentando.
Algo pior do que os Arum ronda a cidade. O Departamento de Defesa está aqui. Se eles descobrirem o que o Daemon pode fazer e que nós estamos conectados, vou me ferrar. Ele também. Além disso, tem um garoto novo na escola que, tal como a gente, guarda um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo e pode ajudar, mas, para fazer isso, preciso mentir para o Daemon e ficar longe dele. Como se isso fosse possível!
Até que, de repente, tudo muda. Vi alguém que não deveria estar vivo. E tenho que contar ao Daemon, mesmo sabendo que ele não vai parar de investigar até descobrir toda a verdade. Ninguém é o que parece ser. E nem todo mundo irá sobreviver às mentiras.

O livro começou é claro com o Daemon sendo um babaca insuportável, porém, durante a leitura você vai descobrindo que essa fachada é só uma forma dele demonstrar que se importa com a irmã dele e a Katy. Essa é outra que também está chatinha até dois terços do livro, fica colocando de lado o Daemon e quando ele finalmente deixa ela em paz fica choramigando pelos cantos e esses poderes que ela desenvolve deixou ela ainda mais chatinha. Isso me irritou profundamente e tive que me controlar bastante para não escrever aqui todos os xingamentos que proferir durante a leitura.

Vamos falar agora do Blake, esse assim que apareceu no livro meu lado desconfiado aflorou e fiquei com uma pulguinha atrás da orelha e depois que o Blake assume que é igual a Katy e que conhece os E.Ts eu gritei um “eu sabia” porém continuei desconfiada dele, principalmente com o grande interesse dele de ajudar Katy a treinar e quando fico desconfiada com um personagem é por que ele vai aprontar alguma coisa grande. O novo boy magia da mãe da Katy, o Will, também me deu a mesma sensação e quando chegou na metade do livro a desconfiança só aumentou.

Até dois terços do livro a leitura é bastante chata e arrastada, principalmente para quem não aguenta casal mimimi, mas quando chega perto do final e alguns mistérios vão aparecendo na cidade e uma organização governamental chega junto com esses mistérios ai sim o livro começa a ter uma leitura interessante que faz você querer saber a verdade por trás de todas as mentiras. Finalmente Katy e Daemon dão rumo na vida e para com o mimimi. A big revelação do final me deixou de boca aberta durante 15 minutos e apenas soltei um “puta que pariu” e é nesse livro que você entende que precisa ter uma continuação, mas ainda fico com um pé atras.

Se você é igual a mim que tem fé num livro, eu recomendo o livro. Já que o livro pega ritmo mesmo um pouco depois da metade e conseguiu prender minha atenção.

O Livro das Ideias Brilhantes – E o Que Fazer para Tê-las The Brothers McLeod

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Editora Valentina lança seu primeiro livro interativo!

Recheado de atividades divertidas e estimulantes, O Livro das Ideias Brilhantes é garantia de entretenimento e inspiração para quem quer desenhar, inventar, colorir e completar mais de uma centena de opções.

É um livro interativo, recheado de atividades como escrever as primeiras linhas de um grande romance, desenhar criaturas engraçadas e bizarras e dar nomes a elas, completar balões com diálogos hilários, criar mapas de lugares imaginários e pintar neles construções impossíveis.

Cada página contém uma sugestão, uma ideia, geralmente com os primeiros passos fornecidos pelo Greg e pelo Myles. Mas também pode ser um desafio: treinar a imaginação para superar a deles, ou simplesmente superar-se em criatividade e inventividade.

O Livro das Ideias Brilhantes é uma coleção divertida e inspiradora de ideias brilhantes que oferece horas de entretenimento a leitores dos oito aos oitenta anos.

The Brothers McLeod são conhecidos pelos seus trabalhos em animação, roteiro e produção para séries de TV, games e web, e ganharam o BAFTA em 2011 pelo trabalho desenvolvido na BBC de Londres.

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Lançamentos Editora Valentina

9788558890021 Por um Triz

A escalada, incluídas todas as suas modalidades, é de longe o esporte que rendeu o maior número de livros em todo o mundo. Contam-se aos milhares os relatos publicados de viagens, expedições e escaladas avulsas, e há até prêmios específicos para este florescente gênero literário. No Brasil, a produção é ainda bem modesta, e quase toda centrada em expedições ao Everest ou a algumas poucas outras grandes montanhas geladas no exterior.

or um triz, no entanto, reúne uma impressionante coletânea de histórias vividas por um dos mais experientes escaladores do país nas suas montanhas domésticas, com belezas e dificuldades próprias que em nada ficam devendo, em termos de emoção, às vividas pelos escaladores de maciços rochosos mais famosos, embora sejam certamente diferentes em muitos aspectos. Assim, os relatos das famosas ascensões invernais aqui se veem substituídos por escaladas sob um calor debilitante, e a travessia de paredes instáveis de gelo e neve dá lugar a passagens igualmente precárias em vegetação. E há ainda, no caso do Rio de Janeiro, o maior centro de escaladas urbanas do mundo, situações tensas típicas (e, às vezes, bizarras) decorrentes de encontros na mata ou no acesso a elas com bandos de traficantes ou outros tipos portando uma arma em suas mãos.

É um livro, portanto, que deve agradar tanto a praticantes dedicados, que se identificarão com as situações nele descritas, quanto a leigos, que terão a chance de conhecer as peculiaridades de um esporte fascinante, que cresceu muito no Brasil nas últimas duas décadas.

QuandoFinalmente

Isso é normal? Crescer entre centenas de pessoas com deficiência física e mental, sendo o filho mais novo do diretor de um hospital psiquiátrico para crianças e jovens? Nosso pequeno herói não conhece outra realidade – e até gosta muito da que conhece. O pai dirige uma instituição com mais de 1.200 pacientes, ausenta-se dentro da própria casa quando se senta em sua poltrona para ler. A mãe organiza o dia a dia, mas se queixa de seu papel. Os irmãos se dedicam com afinco a seus hobbies, mas para ele só reservam maldades. E ele próprio tem dificuldade com as letras e sempre é tomado por uma grande ira. Sente-se feliz quando cavalga pelo terreno da instituição sobre os ombros de um interno gigantesco, tocador de sinos.

Joachim Meyerhoff narra com afeto e graça a vida de uma família extraordinária em um lugar igualmente extraordinário. E a de um pai que, na teoria, é brilhante, mas falha na prática. Afinal, quem mais conseguiria, depois de se propor a intensificar a prática de exercícios físicos ao completar 40 anos, distender um ligamento e nunca mais tornar a calçar o caro par de tênis? Ou então, em meio à calmaria, ver-se em perigo no mar e ainda por cima derrubar o filho na água? O núcleo incandescente do romance é composto pela morte, pela perda do que já não pode ser recuperado, pela saudade que fica – e pela lembrança que, por sorte, produz histórias inconcebivelmente plenas, vivas e engraçadas.

xoxo

#TOP5 Literatura nacional

 

Resenhas:
Em um instante tudo pode mudar, LM Gomes: http://doisdb.com/resenha-em-um-insta…
Não Pare!: https://www.youtube.com/watch?v=J2yd9…
Um encontro Fatal: http://doisdb.com/resenha-um-encontro…
4 semanas de prazer: https://www.youtube.com/watch?v=lyHWD…
Os Portões do inferno: em breve! No canal!

[RESENHA] Graffiti Moon, Cath Crowley

Graffiti Moon

 

ISBN: 9788565859226

Ano: 2014

Páginas: 240

Língua: Português

Editora: Valentina

Preço Médio: 24,90

Sinopse: Uma aventura emocionante e perigosa como um grafite clandestino. Uma noite de arte e poesia, humor e autodescoberta, expectativa e risco e, quem sabe, amor verdadeiro.

Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa?

O ano letivo acabou, aliás, o último ano do ensino médio. Lucy planejou a maneira perfeita de comemorar: essa noite, finalmente, ela encontrará o Sombra, o genial e misterioso grafiteiro, cujo fantástico trabalho se encontra espalhado por toda a cidade. Ele está de spray na mão, escondido em algum lugar, espalhando cor, desenhando pássaros e o azul do céu na noite. E Lucy sabe que um artista como o Sombra é alguém por quem ela pode se apaixonar — se apaixonar de verdade.

A última pessoa com quem Lucy quer passar essa noite é o Ed, o cara que ela tem tentado evitar desde que deu um soco no nariz dele no encontro mais estranho de sua vida.

Mas quando Ed conta para Lucy que sabe onde achar o Sombra, os dois de repente se juntam numa busca frenética aos lugares onde sua arte, repleta de tristeza e fuga, reverbera nos muros da cidade. Mas Lucy não consegue ver o que está bem diante dos seus olhos.

Arte, poesia e amor.

Nunca tinha ouvido falar sobre Graffiti Moon até a Bienal do Rio. A Carina da Editora Valentina me contou como era um de seus xodós e animada para conhecer mais livros juvenis diferentes, não pensei duas vezes.

Uma coisa que gosto muito do trabalho da editora é o cuidado com a tradução do material. Graffiti Moon é um livro que foi super premiado fora do Brasil e foi escrito pela australiana Cath Crowley. Quando uma tradução é bem cuidada, não importa onde/quem/como o livro se desenrola. A chance de você se conectar com a história é ainda maior.

Além da tradução, o que mais chamou minha atenção no livro foi o cuidado da autora ao retratar seus personagens. Tirando os personagens chave, Sombra, Poeta e Lucy, muitos jovens entram em cena. Eu amo quando adolescentes são bem retratados. Quando suas inseguranças, seus medos, suas alegrias ou até mesmo seus sofrimentos são bem abordados, sem exageros, mas com naturalidade. Tudo parece ser muito mais intenso nesse momento de vida, mas amo quando os autores trabalham com cuidado e respeito.

A sinopse do livro apresenta muito bem o que você deve esperar, mas não se engane! Tem muito mais por aí. E mais do que acompanharmos a Lucy em sua busca pelo Sombra, vamos acompanhar uma noite inesquecível para todos os personagens. Uma noite cheia de aprendizado para todos os envolvidos.

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O graffiti é uma arte que acabou se tornando marginalizada, e é bem legal como quem não conhece sobre acaba aprendendo a diferença entre pichar e grafitar com o livro e esta é apenas uma das muitas questões sociais que ele aborda. Tudo sempre de forma muito natural, não existem excessos. O ritmo do livro é gostoso e com a escrita leve, os diálogos nunca se tornam cansativos. Uma aventura noturna pode fazer com que o grupo se divida, mas… será? Será que vale a pena? Será que não vale mesmo o risco? Será que eles vão ter como fazer história de uma forma diferente?

É gostoso demais ver como eles refletem e pesam o que vem planejando, o que querem para seus futuros, compreendem suas diferenças, suas necessidades e tentam desvendar seus sonhos. Não, eles não pensam como adultos ou tomam atitudes como adultos. Eles são jovens que estão naquela fase de virada para o fim da juventude e o inicio da vida adulta, mas mesmo sem intenção de impactar os demais com tanta força, eles deixam uma mensagem belíssima. Não só em forma de arte, mas no coração dos leitores também.

Graffiti Moon é um dos livros que eu gostaria muito, muito de ter lido quando tinha 17 anos, 20 no máximo e agora, próxima dos 30, reler e ver tudo o que poderia absorver dele como a minha “nova visão de mundo” se é que vocês me entendem. De fato é um romance totalmente diferente do que eu esperava logo que comecei a ler justamente por conta da sensibilidade. Com os povs do Sombra podemos compreender seus questionamentos com facilidade, com os povs de Lucy vemos determinação, ansiedade e também ficamos maravilhados pelo trabalho de Sombra. A descrição dos grafites, muito mais de como ela os enxerga, mas como os interpreta é um dos destaques do livro. Só que não para por aí. Também temos povs do Poeta para completar o ciclo.

Arte, poesia, amor, aventura, diversão, questionamentos, medos, superações… tudo está ali e bem descrito para que a gente possa aproveitar. Quando você termina o livro, com toda certeza vai se questionar sobre seus sonhos, seus medos, seus desejos, mas sem duvida alguma, sobre a marca que você quer deixar no mundo. Sobre a mensagem que você gostaria de “enviar” para as pessoas.

Leitura mais que recomendada!!!!

Para quem quiser saber um pouco mais sobre o livro, no dia 23 de Janeiro vamos fazer um evento de literatura juvenil na livraria Leitura do Shopping Tacaruna – Recife – e vamos debater sobre Graffiti Moon entre outros títulos que também são YA, mas fora da curva! Vem! Vem! 😉

Abaixo o book trailer da editora Valentina e um fã vídeo super fofo do livro para vocês assistirem e se apaixonarem também!

XoXo

[RESENHA] Obsidiana, Jennifer L. Armentrout

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ISBN: 9788568839072

Ano: 2015

Páginas: 320

Língua: Português

Editora: Valentima

Preço Médio: 23,00

Uma blogueira literária e um boy magia que só pode ser do outro mundo. Uma relação de gato e rato, cheia de brigas e birras, uma protagonista tinhosa e uma ameaça maior que se pode imaginar.

Obsidiana é um livro que acima de tudo é divertidíssimo. Esperava que fosse muito mais água com açúcar e confesso que tive medo de perder a paciência com as brigas do nosso casal queridinho em algum momento, mas a leveza da escrita da Jennifer L. Armentrout acaba deixando tudo mais divertido que o esperado.

No livro vamos conhecer a Kat que se muda para uma cidadezinha de interior e sofre com isso. Ela é blogueira literária – nem adorei, né? – e sofre com a falta de internet e sua mãe acredita e a pressiona para que faça novos amigos e comece de fato uma nova vida. Como muitos pais e mães por aí, ela fica preocupada com a filha passando muito tempo no computador.

A Kat dá uma chance e resolve explorar a vizinhança e conhece o vizinho super gato. Daemon logo de primeira é o retrato do boy magia que se destrói assim que ele abre a boca. É assim que ele acaba se transformando um Ken da vida: bonito por fora, oco por dentro. Além de ser um super bruto.

É assim que nossos queridos protagonistas se conhecem e começam sua estranha relação de amor e ódio. Talvez nem todo mundo curta as briguinhas e mimimis entre eles, mas em alguns casos eu dei gargalhadas. É simplesmente absurdo como os dois se merecem.

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“Ele era, provavelmente, o cara mais gostoso que eu já vi na vida real, e ele era um total idiota.”

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#sorrynotsorry

Obsidiana é o primeiro livro da Saga Lux, que tem ao todo conta com cinco livros e o último ainda vai ser publicado nos EUA. A Editora Valentina já informou que vai publicar mais livros da série no ano que vem, então a espera não vai ser tão grande assim! Ufa! Neste primeiro volume temos muito mais a construção do relacionamento dos personagens a apresentação deles. Rola romance, rola briga, e no último 1/3 do livro também rola bastante aventura. Fiquei curiosa para ler os próximos volumes, mas ao mesmo tempo dá uma certa desanimada saber que são tantos volumes. Atualmente venho tentando com muito esforço não me envolver com séries, mas tá complicado, viu? kkkkkkkk

Adorei conhecer o boy magia, tão magia que a beleza só podia ser de outro mundo.

E vocês?

xoxo