Um pouquinho mais sobre a FML Pepper e a trilogia Não Pare!

11953180_542656422565885_9039903173488812874_n

A FML Pepper comendo Bolo de rolo! Sim, o #2DB distribuiu bolinhos de rolo entre os autores, leitores, amigos e parceiros! hehe

Antes de mais nada: Participe de nossa campanha!!! Queremos muito a FML Pepper e a Tammy Luciano em Recife! Para participar, basta confirmar sua presença CLICANDO AQUI! Aproveite e chame mais 5 amigos! hehehe

pepper e tammy
Ah! A Bienal do Rio foi incrivel e dois autores nacionais merecem total destaque: a FML Pepper e o Raphael Montes.

Como vocês já sabem, já fiz uma resenha em vídeo do 1 livro da série, o Não Pare! Não assistiu? Bem é só clicar no vídeo.

Hoje vou falar um pouquinho sobre as curiosidades da série e da autora. Além de ser super comunicativa e mega animada a vi de pertinho a Pepper receber cada um de seus leitores de braços abertos. Melhor que isso, ela deixou claro que o meme “Queria estar morta” foi elevado para um nivel altissimo.

10685533_544088012422726_461121630753799941_n

Vai dizer que você não iria querer morrer também? Mirelinha aqui ainda está desmaiada! 

A Pepper é uma apaixonada por livros e literatura. Fã de Harry Potter de carteirinha, ela curte muito literatura juvenil e foi enquanto lia “A menina que roubava livros” que teve a ideia de escrever “Não Pare!”. Quem leu a série sabe que ela é bem fora da curva, bem diferente das muitas que temos no mercado atualmente. Pepper tem uma escrita leve, envolvente, e não faz o mais do mesmo de cair só no romance. Aventura também está e muito presente no seu livro. Mesmo tendo uma protagonista feminina em seu momento de “ponto de virada” como a maioria dos livros do gênero é gostoso demais ver como acaba se destacando das demais.

Para quem não sabe, a Pepper começou como autora independente na Amazon. Ela é uma autora Best Seller na plataforma e fez tudo sozinha inicialmente. A resposta positiva veio diretamente dos leitores e depois de algum tempo como autora independente ela fechou com a editora Valentina e lançou agora em 2015 Não Pare! e Não Olhe!. O terceiro livro da série saí em breve.

Já conhece a capa antiga de Não Pare! ? Uma comparação de como era e como ficou.

nao-pare-fml-pepper-resenha-nova-capa

Todas as 3 capas, por sinal, ficaram diferentes no projeto gráfico da editora Valentina. Como li a versão do ebook atualizada, não sei dizer quais as diferenças com relação a diagramação, apesar de ter amado a atual também no livro impresso.
E aí? Curtiu o post?

XoXo

TRETAS DA BIENAL! #2DB & #BFYH

Viagem boa é aquela que você volta pra casa cheia de histórias para contar, não é mesmo? Bienal do Rio já virou uma parada obrigatória e tem sido muito legal ver mais amigos entrando nessa rota. Esse ano eu não fiquei em casa de amigas como geralmente rolava, mas dividi o quarto com duas amigas de Fortaleza. A Pri é do blog Feed Your Head – nosso parceiro! visitem!!! – e a Jamille estava como representante do mesmo também. O fato é que batemos agendas e conseguimos, mesmo em momentos que estavamos em atividades diferentes, nos divertirmos e aproveitarmos o máximo que dava. Também rimos muito de nossas próprias desgraças, afinal, viagem sem tretas não é viagem… Pra saber mais um pouquinho é só clicar no vídeo para rir um bocado. Pastel de 37,00 é pura bobagem…

#2DBienal – Nossa impressão sobre a central de senhas!!!

bienalmapa

Confesso que a novidade da central de senhas na Bienal do Livro Rio foi recebida por mim de uma maneira agridoce.

Fiquei muito feliz em saber que a orgnização estava disposta a melhorar a feira e também permitir que menos acidentes ocorressem. Sim gente, não tem essa. Aqui no Brasil não é novidade que quando um autor badalado – nacional ou internacional – comparece em certos eventos, que a correria para garantir sua senha, seu autógrafo e sua foto existe e na maioria das vezes sempre causa um stress danado! Na Bienal do Rio não é novidade que as editoras mais badaladas estão no pavilhão azul e sempre rolava aquele stress absurdo após a abertura dos portões. Fora que também ficava impossível transitar pelo pavilhão por conta das filas. Afinal, se eu cheguei cedo, garanti minha senha e o autografo desse autor querido só vai rolar no final da tarde, não vou perder o meu lugar na fila para deixar de ser um dos primeiros, não é mesmo?

Meu medo era que toda essa confusão acabasse acontecendo em um espaço a parte. A vantagem é que quem estivesse circulando pela Bienal poderia fazer isso sem tanto stress e quem estava interessado em senha ficaria no local indicado.

11923251_542805392550988_6365307226525198837_n

Minha alegria foi ver como tudo estava organizado. Grades por toda a parte da central de senhas e dos auditórios Copacabana e Maracanã. Rolou correria para entrar no pavilhão? Sim. Mas uma vez que você entra na fila e rola pelas grades apelidadas de “curral” por alguns funcionários da Bienal, você sabe que vai garantir sua senha. É claro que tinham alguns funcionários irritados e não foram tão prestativos. Sei que lidar com fandons é sempre algo delicado, mas responder a dúvida de uma pessoa no lugar de levantar uma placa que tinha em mãos não custava absolutamente nada. De modo geral DEU MUITO GOSTO VER A BIENAL E EM ESPECIAL, O PESSOAL DAS EDITORAS FAZENDO DAR CERTO. Sim, em caps! Cara, dava para ver o esforço das editoras para que todas as pessoas fossem atendidas, que quando o limite máximo de pessoas já estivesse na fila, para que outras não acabassem perdendo tempo tumultuando o espaço. Só teve um autor internacional que teve senha distribuida na central que não teve informação concreta. Mas aí fica complicado de dizer se a culpa foi da Editora ou da Bienal. O que me chateou de fato, foi que os autografos da autora em questão continuaram a ser atendidos no stand da editora e os funcionários da mesma que garantiram que todos seriam atendidos pela ordem das senhas não se preocuparam de fazer isso funcionar. Fiquei irritada em ver gente sem nem mesmo estar com senha sendo atendida na minha frente!!! Claro que imagino como os dois lados se esforçaram, mas este também foi o único ruído de todos os 5 dias que passei na Bienal!!! Ou seja, SALDO MAIS QUE POSITIVO!!!!!

1908032_544087395756121_6554106005918340514_n

Minha única ressalva é sobre as filas nos stands. É claro que com a central de senhas e os auditórios anexos toda a estrutura melhorou muito, mas lá não era espaço para todos os autores que compareceram na feira. A Bienal recebe milhares de pessoas, muitos autores e alguns deles já estão mais que consagrados. É impossivel que se a editora só tem a opção de colocá-lo para atender os fãs em seu stand, que filas não se formem. Pequenas ou grandes. E sinceramente, por maior que fossem as filas, não senti que atrapalhou o meu fluxo de ir e vir de forma alguma pelos pavilhões. A central de senhas sem dúvidas foi um senhor acerto que ajudou a todos! Só vi vantagem nesse sistema, especialmente por ter utilizado ele quase todos os dias em que estive na Bienal.

E você? Usou a central de senhas? Foi na Bienal? O que achou? O #2DB só tem que dar os parabéns para todos os envolvidos. Em especial o pessoal da editora Record, da ArqueiroIntrínseca que o tempo todo ajudou a equipe da Bienal a coordenar as filas e tirou as duvidas de toda e qualquer pessoa que estava presente!

Xoxo