Resenha – A Herdeira, Kiera Cass

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ISBN: 9788565765657

Ano: 2015

Páginas: 390

Língua: Português

Editora: Seguinte

Preço médio: R$ 25,00

Sinopse: Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente.

Mas, assim que a competição começa a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.

 

Sim! Dia 5 de Maio foi um dia aguardado por muita gente do mundo todo. Finalmente! Finalmente a gente conseguiu ler A Herdeira e saber o que a Kiera Cass estava planejando para esta continuação da Série.

Não muito diferente de uma grande maioria dos fãs da série, eu não só fiquei louca quando descobri que América e Maxon tiveram gêmeos, mas ve vi louca por saber que na verdade eles tiveram 4 filhos.

A Seleção é o tipo de série gostosa de ler. Tem romance, tem um mimimi de leve, tem um ritmo gostoso que não te faz querer largar o livro até que o termine. Mas, não me matem, eu fico bem broxada que a parte politica da história seja tão mal construída. Ou melhor, na verdade, tão mal aproveitada.
Mas aí eu lembro que não faço parte da parcela/público alvo (sim, tô mais pra tia que tudo #tiaveiafacs) e relevo de boa. Isso não deu pra fazer com o 4 livro da série, que se passa 20 anos depois de Maxon e América finalmente dizerem sim um ao outro. Ou rola A seleção, ou rola catastrofe. Então tá, né? Não que isso realmente justifique, afinal, adolescentes são muito capazes de aprender e dialogar sobre politica, mas enfim… Outra coisa que me incomodou um pouco foi a América. Quero dizer, essa América adulta não se parece muito com a América que se casou com o Maxon. Sim, claro, pessoas crescem, amadurece, evoluem. Ela agora é uma mãe de quatro filhos e uma rainha muito amada pelo seu povo. Mas não vi muitos traços de sua personalidade. Maxon continua com o mesmo ar, mesmo sendo um pai e um rei super responsável, mas não consegui identificar a América da mesma forma. E mesmo a protagonista sendo sua filha, ela me pareceu uma personagem tão distante…

Eadlyn carrega uma enorme responsabilidade nas costas. Ela não é apenas a princesa, ela é a futura rainha. Nascendo 7 minutos antes de seu irmão, apesar de reconhecer que ser uma princesa e futura rainha tem vários benefícios, desde muito nova ela se vê em uma posição diferente de seu irmão por conta das responsabilidades que precisa ter.
Ela quem acorda cedo e discute sobre política, sobre estratégias, sobre orçamentos… Ela quem tem que entender tudo, quem tem que aprender a tomar as grandes decisões para governar para seu povo. Adorei ver uma garota que apesar de sua dose de mimimi é esforçada, que sabe que precisa dar o seu melhor, que compreende sua responsabilidade e melhor ainda: Que sabe que não precisa de um homem ao seu lado para ser uma boa rainha. Achei isso ótimo, especialmente se formos levar em consideração a quantidade de garotas super novinhas que vão ler o livro e vão se espelhar nas atitudes da personagem.

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Eu imaginei que A Seleção acabasse sendo mantida, mas é justamente o argumento usado para que ela comece que já me chateoou um pouco. Quando li essa parte em questão soltei um comentário “ih que paia.” E uma mulher que estava ao meu lado riu, provavelmente por imaginar que eu estava falando sozinha. Sorte a minha que Eadlyn sabe como negociar com seu pai e já que desde muito nova o acordo é que seria ela se casar apenas com alguém que se apaixonasse, ela não promete nada. Mais um ponto para ela!

O irmão da Eadlyn é uma figura à parte. Aparece pouco, seus outros irmãos menos ainda. E com toda certeza vai te fazer ter várias reações diferentes, digamos assim.

Quando A Seleção começa, sinceramente me senti lendo um pouco mais do mesmo. Não que tenha sido ruim, na verdade foi divertido ver por este novo ponto de vista. O melhor sem dúvida alguma foi acompanhar os questionamentos da protagonista e ver que não existe em destaque um forte candidato. Sinceramente, existem umas quatro ou cinco possibilidades que podem ser levadas em conta. Tem um deles que estou inclinada a querer criar torcida, mas não sei se devo… Acho que ainda é muito cedo para esse tipo de comprometimento rsrsrsrs

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Já o final do livro… bom, já era de se esperar que teria mais um livro, não é mesmo? A leitura foi divertida e leve, mas o final… ah, o final! Quando você terminar de ler, ou caso leia este posta já tenha terminado, me diz aí: o que você achou? Quem me acompanha no meu twitter pessoal sabe que fiquei bem… #vouxingarmuitonotwitter rsrsrsrsrs Agora nos resta sentar, deitar e esperar pelo próximo volume da série para ver no que vai dar. Estou bem curiosa.

Ah! No dia 16/05 vai ter encontro de fãs para o lançamento de A Herdeira tanto em Recife quanto em Salvador! Confirme sua presença e venha bagunçar com a gente!!!

Link do evento em Recife: https://www.facebook.com/events/1594721244110170/

Link do evento em Salvador: https://www.facebook.com/events/433877286786269/

XoXo