4º Turnê Intrínseca com 2DB e Feed Your Head

DSC05745Tem coisa melhor que reuinir os amigos e rolar aquela zueira? Melhor que isso, só se for em um evento que reune não só seus amigos, mas outros e outros amigos deles e pessoas que você nem conhece, mas que gosta das mesmas coisas que você. Adoro evento, conhecer gente em fila, fazer novos contatos e amizades.

Fora que é bom se sentir em casa né? O evento da 4º Turnê Intrínseca foi na Livraria Cultura do Shopping Rio Mar, que é praticamente minha segunda casa! Sério, eu vivo nesse shopping. E pra provar que isso é verdade, basta dizer que enquanto escrevo este post, deveria estar me arrumando pq vou dar uma passadinha por lá logo mais para ver um filminho. E amanhã vou lá para jogar no boliche. kkkkk

Enfim. Livraria cheia de loucos por livros, as meninas da equipe da Intrínseca foram super atenciosas. A 1 da fila aqui de Recife chegou 5:30 da manhã! Guerreira, viu?

 

Mas a gente não vai ficar só falando da edição de Recife né? A Pri, do Feed Your Head além de amiga é parceira nossa aqui no blog também vlogou e dividiu como foi a 4º Turnê Intrínseca lá em Fortaleza, que foi no mesmo dia. Alguém imagina se teve pouca zueira por lá também? Clica no video e confere!

 

 

E ai? Já teve Turnê Intrínseca na sua cidade? Ainda não? Tá animado(a)? Conta pra gente, ou, se vlogar, manda seu link pra gente compartilhar tbm!

 

XoXo

Vlog da Pré de 50 Tons de Cinza + Nossa opinião sobre o filme!

Oi Pessoal! Tudo bom?

E aí? Viu o vlog? Riu com a gente?

Ok, vamos falar sobre 50 Tons de Cinza.

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Não, pessoalmente quem acompanha os vídeos do canal sabe que eu não sou a maior fã, que nem cheguei a ler a trilogia toda mesmo quando ainda era uma fanfic e etc e tal. Fiquei sim bem animada com a ideia do filme. A promoção da Universal por sinal tá de parabéns e vai arrecadar uma boa grana (duvido que role um flop, seria um plot twist DAQUELES!) e filme, no final, foi uma boa surpresa pra mim.

Se eu amei? Não. Eu gostei. Ficou um filme bom. E só. E dava para notar que se a diretora e a roteirista tivessem um pouco mais de liberdade sim, o filme poderia ser bem mais legal.

É aquela coisa, o filme foi feito para essa fatia, o fandom e quem amou os livros, quem gostou dos livros e etc teve uma experiencia igual ou semelhante com o filme. É muito bom quando conseguem adaptar o livro que a gente gosta e o filme se saí bem né? Pena que não morro de amores por 50 tons kkkkk

Mas agora, focando no filme, ou seja, esquecendo que foi uma adaptação, que eu li o livro, li a fanfic, que eu sei que tem muitos elementos de crepúsculo, deixa eu explicar o que eu curti e o que eu não curti do filme. Sim, saiba separar, quando falo do filme, não importa o material base dele. É um exercício que tento fazer a cada nova adaptação: separar as duas mídias e na maioria das vezes é complicado. Especialmente se minha experiencia com o livro foi melhor, o que também não foi o caso aqui.

Separaram? Então vamos lá.

Achei triste e até mesmo pudico que algumas cenas tenham o formato cômico. Algumas cenas simplesmente não funcionaram, fazendo com que você simplesmente não conseguisse levar aquilo à sério e na teoria, uma vez que o filme inteiro é focado na relação dos protagonistas e na tensão construída para saber se os dois, com tantas diferenças vão se acertar. Fora que rir do filme nem sempre é boa coisa. Entendem a diferença? Rir do e rir com são coisas totalmente diferentes.

Aliás, outra coisa muito baixa foi explorar a excessiva nudez da Dakota para evitar a nudez do Jamie. O corpo feminino sempre pode ser explorado e exposto, mas o do homem… Quando questionei sobre isso, li diversos comentários e recebi questionamentos também. Sim, gravaram cenas de sexo, sim, na maioria das vezes as pessoas fazem sem roupas, e não, não é por ser comum que explorem sempre o corpo feminino que eu vou concordar que ok, que bobagem, é apenas mais um filme. Especialmente se é um filme que é voltado para o público feminino.

Ainda nesse embalo, as cenas de sexo não tem nada demais. Foram bem distribuídas ao longo do filme, mas mesmo a que mais me agradou ficou na cara que foi super hiper coreografada. Acredito que tiveram tanto cuidado ao gravar as cenas, que sinceramente ficaram sem sal. Não precisamos ir à extremos como as cenas de Ninfomaníaca do diretor Lars Von Trier, mas como exemplo temos o romântico e indie 9 Canções de Michael Winterbottom, mas faltou o borogodó.

Falando na diretora, talvez ela tenha ficado presa demais ao material base, mas nota-se o esforço. Ela pegou tomadas bem bacanas da troca de olhares, das mordidas de lábios. Brincou com elementos como o lápis, cores. A fotografia é bem bonita e a direção de arte brincou muito bem com os símbolos. Reparou no papel de parede do quarto da submissa? Eu adorei o detalhe da gaiola com um passarinho dentro. Os diversos toques em tons de cinza em tudo. Desde louças, espirais de cadernos, papeis de parede às roupas. Achei super atencioso.

Os cenários também ficaram bacanas. O  playroom ficou belíssimo e milimetricamente planejado e organizado. Também não posso deixar de citar a cena do dialogo deles à beira de um lago. O leve brilho dourado da esperança de que eles podem dar certo, que também está presente na cena pós passeio de avião.

Apesar do roteiro ser desastroso e mostrar o tempo todo que a Ana é como uma daquelas garotas que tentam e se empenham para que aquele namoro dê certo, muitas vezes fazendo coisas que não necessariamente gosta, mas o que está ao seu alcance em nome do relacionamento, as doses doces demais incomodaram um pouco. O Sr Grey tenta, aceita o novo rotulo da namorada, mas ainda a trada como uma conquista. Não preciso mencionar algumas falas… E eles são o foco. Eles são mais que os protagonistas, mesmo com personagens secundários, o filme é com eles. Então o filme se torna excessivamente longo com tantas cenas de drama seguidas por romance meloso. O filme ficou muito arrastado uma vez que se trata só deles e com um plot repetitivo. jogo de conquista – momentos juntos – problemas – jogo de conquista – momentos juntos – problemas…

Do elenco, meus parabéns para a Dakota que carregou o filme nas costas. O brilho bobo no olhar, a esperança, o desejo, o medo. Sobre o trabalho do Jamie… não consegui sentir ele muito à vontade em todas as cenas.

Para fechar não podia deixar de falar da trilha sonora. MARAVILHOSA. Funcionou muito bem durante todo o filme. É daquelas trilhas que você acaba guardando no computador, no celular… ouvir, ouvir e ouvir.

Enfim, é isso. E vc? Já assistiu? O que achou? Abaixo, a opinião da Jeu!

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Acho que a melhor forma de apreciar um filme é indo assistir sem expectativas. Você indo sem esperar que seja muito bom ou muito ruim vai diminuir muito as chances de sair do cinema frustrada e foi exatamente isso que aconteceu com 50 Tons de Cinza. Não foi maravilho, mas putz; podia ter sido muito pior.

O material que tinha para adaptar para as telas do cinema não era o melhor do mundo, porém, o roteirista soube tirar o mimimi que tanto me cansou no primeiro livro e focou no que importava para os fãs, que era o romance. É meloso sim, até demais em algumas cenas, e isso deixou o filme um pouco brega em minha opinião. Diversas vezes me vi gargalhando sem acreditar no que estava vendo. Precisava Ana ser tão virginal daquela forma, falando sussurrando e dar risadinhas igual a uma garotinha de 15 anos? Precisava Sr. Grey beijar os dedos dela para limpá-la depois do café da manhã?

Eu não curto esse tipo de melação, então essa parte realmente não me agradou no filme. Para que ama um romance bem conto de fadas, foi um prato cheio e ficou bem claro que a intenção da diretora era fazer um filme para a mulherada suspirar. Talvez eu seja “homem” nesse aspecto, igual aos que estavam na minha sessão rindo com essas cenas junto comigo e minhas amigas.

Mas, como eu disse no início; podia ter sido pior. Houve melhorias que deixaram o filme assistível como, por exemplo, a personalidade de Ana. Pois é, no filme não é aquela garota irritante de tão sem personalidade que ela é e foi um ponto positivo pra mim. Ela faz piadinhas e bate de frente com o Sr. Grey em diversas situações, a tornando uma personagem mais tragável. Porém, como existe a famosa linha tênue que pode acabar com qualquer roteiro, às vezes eles tentaram mostrar Ana tão “piadista” e garotinha fofinha que veio destruir a carranca de Christina que ela vira a própria piada. Vide a cena que os dois estão dançando Sinatra na sala e ela faz uns passos estranhos para fazê-lo rir. Até agora me perguntou; qual a necessidade daquilo?

Dakota fez bem o papel de Ana Steele, até porque não é uma personagem que exige demais de uma atriz para interpretá-la. Soube ser virginal e tapada como Ana pedia, falou sussurrando boa parte do filme para mostrar a submissão da personagem e quando tentava ser sexy era meio constrangedor. Foi o primeiro trabalho dela que eu conferi, então não dá pra dizer que ela é uma atriz incrível ou péssima.

Já Jamie Dornan, que era minha esperança de salvar esse filme, foi um tanto decepcionante. Depois de conferir sua atuação maravilhosa em The Fall, eu tinha absoluta certeza que ele seria o Sr. Grey perfeito, mas a sensação que eu tive durante o filme todo era que ele estava morrendo de tédio e se esforçando o mínimo possível na atuação. O personagem ficou menos escroto e abusivo no filme, o que deu chance para ele mostrar esse lado mais romântico de Christian. Em algumas cenas ele conseguiu, mas em outras eu ficava pensado “Querido, se esforça. Eu sei que você é melhor que isso”.

E as tão esperadas cenas de sexo foram tudo menos sexy. Eu já tinha lido em algumas resenhas de críticos que essa parte do filme ficou bem mecânica e ensaiadinhas que não teve graça e realmente eu tive essa sensação durante o filme. Não havia química entre os atores, eles não demonstraram aquele tesão louco que a gente espera de cenas de sexo em um filme que, praticamente, deveria falar sobre isso. Teve muita nudez de Dakota e muito James de calça enquanto praticava BDSM nela, o que só mostra como é mais fácil uma atriz ter que se mostrar completamente nua do que um homem. E como também é bem menos chocante ver o nu frontal feminino do que o masculino, porque o máximo que a gente vê de Jamie no filme é bunda e pelos pubianos, só. Em True Blood e Game of Thrones você ver cenas de sexo mais hard core do que as de 50 Tons de Cinza, além de era serem super rápidas e mal desenvolvidas. A tão esperada cena de BDSM no filme então… Realmente só vai chocar quem nunca viu nenhum tipo de vídeo do gênero.

Um aspecto que me faz amar ou odiar um filme é a fotografia e a de 50 Tons de Cinza realmente é linda, principalmente nas cenas noturnas. Achei o filme mal montado, com cenas jogadas de forma solta no decorrer das 2 horas de duração. Ao mesmo tempo em que ele se arrasta naquele drama todo de Christian e Ana, ele passa batido em diversas coisas e quando você menos espera já passou 1 hora de filme. Os outros atores do elenco praticamente aparecem uma vez cada um, apenas a amiga de Ana (Kate) aparecendo um pouco mais e nos dando a Rosalie bonita que não tivemos em Twilight. Rita Ora, tadinha; você piscava e nem via os 90 segundos de tela que ela teve.

Num geral, é um filme que as fãs mesmo de 50 Tons vão amar porque tem o que elas queriam, que é o amorzinho dos dois. No meu grupo de amigas tinha desde a fã até quem não fazia ideia do que se tratava, e a opinião de todas foi praticamente a mesma; foi uma versão menos pior do que o livro é. Pelo menos na minha sessão não teve as tias com as piriquitas pegando fogo como na de Mirela.

Beijos na Deusa Interior de vocês 🙂