[RESENHA] BITCH, CAROL TEIXEIRA

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Ano: 2016

Páginas: 128

Língua: Português

Editora: Record

Preço Médio: 35,00

Sinopse: Bitch narra as histórias de Princess, uma artista plástica de 26 anos que se relaciona com o mundo através da exploração do prazer – intrinsecamente artístico e sexual – e C., uma escritora sem inibições que está escrevendo um novo romance. Suas trajetórias seguem em paralelo até que o choque inusitado e metalinguístico do encontro das duas influencia a arte de ambas de maneira definitiva. Entrelaçando a intimidade crua, sensual e explícita dos relacionamentos entre os personagens a reflexões filosóficas e existenciais sobre a arte, a vida e o sexo, Bitch seduz o leitor de forma visceral

O profundo do vazio.

Toda vez que penso nesse livro, essa frase me vem em mente. Não é o meu primeiro contato com a escrita da Carol Teixeira, então estava muito animada com o livro. A premissa também me chama bastante atenção. Princess é uma artista de 26 anos que vive em prol de seu oficio. Explorar o prazer em suas diferentes formas é seu lema de vida. Até que ponto você compreende o que é arte? E até que ponto sua vida e suas vivências influenciam em seu trabalho?

Ainda não sei se descreveria o livro como literatura erótica, pois mesmo que a Carol trabalhe muito bem as cenas mais picantes, o que mais me chama atenção é a necessidade da escrita elegante, de uma personagem culta demais, mas tão culta demais que chega a ser vazia.

Isso sim, me incomodou bastante. E é aí que a mágica acontece: a autora quis fazer isso de proposito? Ou foi algo que realmente apenas não funcionou? Meu maior calo é que pouca gente leu, ou vai ler o livro. Gente, leiaaaaam! Precisamos conversar. Definitivamente não é uma leitura qe vai agradar muita gente. Mas se você ficou curioso, caso já tenha lido e curtido 100 escovadas antes de ir para cama ou Juliette Society, pegue logo o seu exemplar de Bitch, devore-o e venha trocar figurinhas.

Entropia, Garota Online em turnê e o ar que ele respira.

Protagonizado por Matt Damon, suspense ‘A Grande Muralha’ ganha primeiro trailer

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COM DIREÇÃO DO CHINÊS ZHANG YIMOU, PRODUÇÃO AINDA TRAZ WILLEM DAFOE E PEDRO PASCAL NO ELENCO

Mais de 1.700 anos para ser construída e mais de 8 mil quilômetros de comprimento: o mistério em torno da Grande Muralha da China é tema do novo suspense de Zhang Yimou (“O Clã das Adagas Voadoras” e “Flores do Oriente”). Assista ao trailer de “A Grande Muralha” (The Great Wall)

Previsto para chegar aos cinemas brasileiros em fevereiro de 2017, o longa conta a história de uma força de elite que apoia a construção de uma das estruturas mais icônicas da humanidade. O filme conta com roteiro de Tony Gilroy, da franquia “Bourne”, e Carlo Bernard & Doug Miro, de “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo”.

Com distribuição da Universal Pictures e produção da Legendary Pictures, o longa traz Matt Damon, Willem Dafoe, Pedro Pascal, Tian Jing, Hanyu Zhang e Han Lu no elenco.

[RESENHA] Ônix – Jennifer L. Armentrout

Ônix

Ano: 2016

Páginas: 416

Língua: Português

Editora: Valentina

Preço Médio: 35,90

Sinopse: Estar conectada a ele é uma droga! Graças ao seu abracadabra alienígena, Daemon está determinado a provar que o que sente por mim é mais do que um efeito colateral da nossa bizarra conexão. Em vista disso, fui obrigada a dar um “chega pra lá” nele, ainda que ultimamente nossa relação esteja… esquentando.
Algo pior do que os Arum ronda a cidade. O Departamento de Defesa está aqui. Se eles descobrirem o que o Daemon pode fazer e que nós estamos conectados, vou me ferrar. Ele também. Além disso, tem um garoto novo na escola que, tal como a gente, guarda um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo e pode ajudar, mas, para fazer isso, preciso mentir para o Daemon e ficar longe dele. Como se isso fosse possível!
Até que, de repente, tudo muda. Vi alguém que não deveria estar vivo. E tenho que contar ao Daemon, mesmo sabendo que ele não vai parar de investigar até descobrir toda a verdade. Ninguém é o que parece ser. E nem todo mundo irá sobreviver às mentiras.

O livro começou é claro com o Daemon sendo um babaca insuportável, porém, durante a leitura você vai descobrindo que essa fachada é só uma forma dele demonstrar que se importa com a irmã dele e a Katy. Essa é outra que também está chatinha até dois terços do livro, fica colocando de lado o Daemon e quando ele finalmente deixa ela em paz fica choramigando pelos cantos e esses poderes que ela desenvolve deixou ela ainda mais chatinha. Isso me irritou profundamente e tive que me controlar bastante para não escrever aqui todos os xingamentos que proferir durante a leitura.

Vamos falar agora do Blake, esse assim que apareceu no livro meu lado desconfiado aflorou e fiquei com uma pulguinha atrás da orelha e depois que o Blake assume que é igual a Katy e que conhece os E.Ts eu gritei um “eu sabia” porém continuei desconfiada dele, principalmente com o grande interesse dele de ajudar Katy a treinar e quando fico desconfiada com um personagem é por que ele vai aprontar alguma coisa grande. O novo boy magia da mãe da Katy, o Will, também me deu a mesma sensação e quando chegou na metade do livro a desconfiança só aumentou.

Até dois terços do livro a leitura é bastante chata e arrastada, principalmente para quem não aguenta casal mimimi, mas quando chega perto do final e alguns mistérios vão aparecendo na cidade e uma organização governamental chega junto com esses mistérios ai sim o livro começa a ter uma leitura interessante que faz você querer saber a verdade por trás de todas as mentiras. Finalmente Katy e Daemon dão rumo na vida e para com o mimimi. A big revelação do final me deixou de boca aberta durante 15 minutos e apenas soltei um “puta que pariu” e é nesse livro que você entende que precisa ter uma continuação, mas ainda fico com um pé atras.

Se você é igual a mim que tem fé num livro, eu recomendo o livro. Já que o livro pega ritmo mesmo um pouco depois da metade e conseguiu prender minha atenção.

[RESENHA] o Ano em que disse SIM, Shonda Rhimes

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Ano: 2016

Páginas: 256

Língua: Português

Editora: Best Seller

Preço Médio: 29,00

Sinopse: Um livro motivador da aclamada e premiada criadora e produtora executiva dos sucessos televisivos Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal, e produtora executiva de How to Get Away with Murder.
Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O Ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida.

Gente como a gente… que aprendeu a focar, e ser feliz!

Para quem ama séries de TV, Shonda, sem duvida nenhuma é uma das mais populares e conhecidas que existem. A mente por trás de uma das séries que nunca tive coragem de começara assistir, vulgo Grey’s Anathomy – gente, só vejo a galera sofrendo!!! nunca me arrisquei por isso! kkkk – e produtora de dois vicios meus, que se destacam por ter protagonismo feminino e diversidade no elenco e nos personagens, Scandal e How To Get Away With Murder, é óbvio que o livro não poderia ser menos que fantástico.

Fantástico pelo fato da Shonda abrir seu coração e um pouco de sua intimidade. Para quem é da área de comunicação ou que depende de sua criatividade para viver, bem sabe como é raro ter mulheres ocupando os espaços que ela ocupa. Uma mulher, e negra, a luta praticamente triplica. Ainda existe bastante resistência e como se sem isso, ocupar um cargo alto ou alcançar o seu sucesso já é algo não tão simples, foi delicioso ver essa mente criativa se despindo de forma tão natural e divertida. Em O ano em que eu disse sim, Shonda mostra que é gente como a gente, e que as coisas mudaram a partir do momento em que ela focou em seus objetivos, por mais loucos que fossem e por mais curtos que fossem os prazos também.
A maior lição de seu livro, é que temos que acreditar em nós mesmos, antes de tudo. Alguns podem até considerar um livro de auto ajuda, ou até mesmo uma leve biografia, mas ao ler o livro, me senti inspirada, como se estivesse conversando com uma amiga. Toda vez que a gente sente medo, não costuma ser uma palavra muito fácil de escorregar por nossos lábios. Somos o nosso maior limitador, e, a partir do momento que começamos a dizer sim para novas oportunidades, por mais que não deem certo, estamos saindo de nossa zona de conforto e abrindo espaço para muito mais.

Seja por você ser fã do trabalho dela, ou por você querer se inspirar… em ambos os casos eu recomendo o livro. Ou, se você apenas quer uma leitura leve, estilo biografia, também indico o livro. Ou até mesmo se quer ler algo diferente de tudo que está acostumado a ler. Afinal, a magia acontece fora da sua zona de conforto.

xoxo