Postagem coletiva: Universo em expansão!

Star-Wars-Day-Blog

Para comemorar o Star Wars Day, a Universo Geek, selo da Editora Universo dos Livros, promove uma postagem coletiva para anunciar sua imersão no Universo Expandido de Star Wars!

A partir deste semestre, a editora pretende lançar diversos livros de uma das franquias mais amadas de todas as galáxias!

Os títulos confirmados até agora, você confere abaixo:

– The Life And Legend Of Obi-Wan Kenobi By Ryder Windham

– The Rise And Fall Of Darth Vader By Ryder Windham

– A New Hope: The Life Of Luke Skywalker

– The Last Jedi – Michael Reaves E Maya Kaathryn Bohnhoff

– The Wrath Of Darth Maul By Ryder Windham

– Empire And Rebellion: Razor’s Edge

– Empire And Rebellion: Honor Among Thieves

– Darth Bane Trilogy Path of Destruction

– Darth Bane Trilogy Rule of Two

– Darth Bane Trilogy Dysnaty Of Evil

– Shakespeare’s Phantom Menace

– Shakespeare’s Attack of the clones

– Shakespeare’s Revenge of the Sith

– Shakespeare’s Star Wars: A New Hope

– Shakespeare’s The Empire Striketh Back

– Shakespeare’s The Jedi Doth Return

– Art of Coloring Star Wars: 100 Images to Inspire Creativity and Relaxation (Livro de colorir)

Tenho que confessar que não conheço muito sobre os livros de Star Wars, pois entre minha turma de amigos, sempre rolou uma falta de empatia com o universo expandido. Mas a Universo dos Livros está trazendo uma coleção que sinceramente me deixou beeemmm curiosa e babando, pois o material é lindo. Estou falando da coleção William Shakespeare’s Star Wars ! Dá uma sacada nas capas gringas e na sinopse não oficial, resumida e traduzida por mim: Uma oficial e licenciada releitura do universo épico criado por George Lucas – Star Wars, no melhor estilo Shakespereano.

 

 

Se eu quero? Hahahaha, só se for pra ontem! Fiquei muito curiosa com a releitura.

[REVIEW] Ave, César

ave, césar
Direção: Irmãos Coen
Elenco: George Clooney, Josh Brolin, Scarlett Johansson, Channing Tatum, Tilda Swinton, Ralph Fiennes, Frances McDormand, Jonah Hill, Christopher Lambert e Alden Ehrenreich

Gênero: Comédia

Nota 5/5
Uma paródia de alto nível, um elenco de peso e uma incrível homenagem a era de ouro de Hollywood.

Pra quem curte cinema e conhece o excelente trabalho dos Irmãos Coen, não é novidade que a ida ao cinema vai ser bem recompensada. A dupla sabe muito bem o que faz e conduz muito bem a homenagem, a comédia e a crítica a mercado de produções cinematográficas.

Em uma fase em que esteriótipos, personagens extremamente caricatos estão presentes em inúmeras produções de uma forma desastrosa, em Ave, César temos um trabalho muito bem pensado, planejado e executado. Comunistas são companheiros, o mocinho que estourou como protagonista de filmes de faroeste é um bronco e a belíssima estrela só aparenta ser a boa moça que todos esperam.

Vamos acompanhar Edward, o assistente resolve de tudo um pouco dos estúdios Capitol Pictures. Entre uma nova e segura, na verdade vendida como segura e real proposta de emprego – só quem trabalha com arte e comunicação compreende como geralmente essas ofensas aparecem em nossas portas – ele tem que lidar com diversas situações, a maioria delas desagradável. Ele tem que lidar com a imprensa, com o ego dos diretores, com os problemas pessoais de suas estrelas, com o sumiço do ator principal de uma das produções que está sendo rodada e também com seus problemas pessoais. É bem óbvio que ele ama o que faz, mesmo sabendo que o trabalho consome todo o seu dia.

O filme todo mostra como os Irmãos Coen sabem o que fazem e mais que isso: amam. Os espectadores vão compreender como cinema era feito, montagem de cenários, orquestras tocando ao fundo, recursos de iluminação. O filme inteiro passa pelos mais diversos gêneros e se apropria deles sem que se torne cansativo. Drama, musical, noir, faroeste, romance… É realmente um filme para os amantes do cinema, mas que por ser tão bem executado, permite que novos espectadores se apaixonem também.

E, além do humor ácido, o roteiro também apresenta – e critica, de forma bem humorada – a questão dos créditos. O enorme número de adaptações literárias não é algo recente no meio cinematográfico. O filme tem excelente ritmo e não perde sua personalidade nem mesmo no momento que ocorre uma excelente crítica politica envolvida.

Jogo de cores incríveis, planos muito bem apresentados. Um roteiro redondinho e uma montagem magnifica. E não tinha como ser menos que isso, uma vez que eles mostram como as mulheres foram fundamentais assumindo a responsabilidade pela montagem de muitos filmes. E na época existia a problemática de que as mulheres só eram boas para fazer a montagem dos filmes por serem mais delicadas que os homens…

Ave, Cesar estreia hoje nos melhores cinemas do país e se você curte cinema pra valer, não pode perder essa oportunidade maravilhosa que infelizmente só dura 1h40min.

xoxo

Deadpool – O Filme

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Irônico e com um humor ácido, Deadpool é o super-herói mais escrachado já visto. Uma união perfeita de humor, ação e pura putaria, sem virar um besteirol americano.

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Sinopse Oficial: Baseado no anti-herói não convencional da Marvel Comics, DEADPOOL conta a história da origem do ex-agente das Forças Especiais que se tornou o mercenário Wade Wilson. Depois de ser submetido a um desonesto experimento que o deixa com poderes de cura acelerada, Wade adota o alter ego de Deadpool. Armado com suas novas habilidades e um senso de humor negro e distorcido, Deadpool persegue o homem que quase destruiu sua vida.

Diretor: Tim Miller
Roteiro: Paul Wernick e Rhett Reese
Produtores: Simon Kinberg, Lauren Shuler Donner, Ryan Reynolds
Elenco: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, Ed Skrein, T.J. Miller, Gina Carano, Brianna Hildebrand

 

Com essa descrição você pode até pensar que se trata de mais um filme de super-herói, mas não se engane. com diálogos direcionados diretamente ao público e um humor negro, que fez a maioria rir já nos primeiros minutos de filme – basicamente ainda na abertura – Deadpool veio dar uma nova cara para esse segmento.

 

 

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Vai ser preciso de um certo conhecimento da cultura pop para entender certas piadas, pois conta com referências a outros filmes, tais como Lanterna Verde e X-Men, e se você tem um ouvido sensível a palavrões esse filme não é para você.

E mesmo com todo esse lado da comédia o filme não pecou no quesito ação, pois contém cenas bem violentas e efeitos de tirar o folego.

Depois da fracassada aparição de Deadpool em ‘X-Men Origens: Wolverine‘ – interpretado também por Ryan Reynolds – agora podemos ver Reynolds desempenhando o papel com maestria, a união perfeita entre personagem e ator. Mas é claro que as piadas sobraram até para ele, o que levou os fãs às gargalhadas.

Só de escrever esse post, já estou rindo relembrando das melhores partes. Se você gosta de filmes desse gênero ou se já acompanhava esse super-herói (nem tão herói assim) em quadrinhos, não pode perder esse filme!

 

[Review] A 5 Onda – Filme

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Dirigido por: J Blakeson
Com: Chloë Grace Moretz, Nick Robinson, Alex Roe 
Gênero: Ficção científica , Aventura, Distopia
Nacionalidade: EUA

Nota: 2/5

De primeira mão quero deixar claro uma coisa: estou cada dia menos empolgada com distopias juvenis, pois, por mais que tenham elementos diferentes, acabam bastante parecidas. Com A 5 onda não foi diferente.

É um estilo que certamente vou tomar cuidado para consumir ao longo deste ano, a não ser que seja algo mais no estilo de A Estrada. Clica aqui para ver o trailer e se você tiver estômago, aconselho que veja. É devastante, mas incrível e pode sim, gerar horar de discussão.

Mas vamos falar sobre a 5 onda.

O filme apresenta um cenário distópico que confesso que de inicio pareceu animador. Aliens estão invadindo a terra e os humanos tem tentado sobreviver ao fenômeno das ondas. No lugar do espectador assistir típicas invasões cheias de tiros, raios, uma violência mais direta, digamos assim, os aliens atingem a terra com ondas, onde catástrofes “naturais” ocorrem. Os humanos estão lutando para sobreviver após 4 ondas, mas a 5 vem para acabar com qualquer esperança que ainda puder existir. E é já no inicio do filme que começam os problemas: tudo que é apresentado na tela é milimetricamente explicado. É como se a audiência não pudesse compreender o que está se passando ali.

Cassie (Chloë Grace Moretz) é a típica adolescente americana. O filme começa mostrando como ela é perfeitinha, como está aproveitando sua fase adolescente e tem uma boa relação com a família. Não existe nada nela que você possa dizer que é extraordinário e somos levados a acreditar como ela não só está destinada a algo maior, como o filme tenta, de diversas formas mostrar como ela é uma protagonista forte, durona. Não funciona pelo obvio: Os boy magia que passam a fazer parte da história a ajudam com tudo.
Isso me incomodou bastante, pois apesar de se mostrar um filme juvenil que tem tudo para apresentar uma nova protagonista interessante, acaba apresentando muito mais uma dama em perigo e um tanto sem voz.

A luta por sobrevivência se torna cada vez mais difícil. Os outros estão por toda parte e Cassie precisa proteger seu irmão. A direção de J Blakeson parece perder a mão no momento em que nossa protagonista deixa de ser uma adolescente como qualquer outra e passa a ser a garota com o enorme peso nas costas.

Assim como nos filmes de jogos vorazes, existe uma interessante construção do relacionamento entre a protagonista e seu irmão mais novo, assim como um forçado triangulo amoroso. Não posso deixar de lado que o filme também parece usar formulas de Independence Day…

O filme se perde, horas mostrando uma protagonista forte, horas mostrando uma garota boba, não se decide. A química do triangulo amoroso não funciona, e o mesmo é um tanto forçado para a audiência. As sequencias de ação, nem sempre funcionam… E o filme se salva muito mais por ter uma excelente trilha sonora e edição de som. A trilha envolve muito mais do que o que estamos vendo na tela, o que é lamentável, uma vez que o impacto deve ser em conjunto.

No lugar de ser finalmente uma distopia juvenil que pode causar discussão e mostrar um material de qualidade, apenas se torna mais do mesmo, especialmente quando está querendo mostrar como é um filme sério, como se fosse um filme que pode ser visto e apreciado por um público mais maduro.

E por falar na Chloe, apesar de ela ser a grande protagonista e levar a história nas costas, a interpretação dela deixou a desejar em diversos momentos. Adoro a maioria dos trabalhos dela, mas esse foi mais um caso em que ela não pareceu estar ligada de fato no personagem…

Enfim, como já comentei anteriormente, o filme se perde sendo mais do mesmo, utilizando formulas que deram certo, mas que infelizmente não funcionam.

Xoxo

A importância do protagonismo feminino em Star Wars!

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Pra quem acompanha o blog, já sabe: É óbvio que eu me animei com uma protagonista feminina em Star Wars. Mais que isso, estava animada com a possibilidade de ver diversidade no novo filme, mas sem expectativas.

Gosto bastante da trilogia antiga e sinceramente não curto, nem um pouco a trilogia mais recente. Episódio I se saiu divertido enquanto os episódios II e III para mim foram péssimas experiências. Para vocês terem noção, o Episódio II eu até hoje não consegui assistir. É tão tedioso que sempre acabo dormindo.

Mas assim como os episódios IV, V e VI, este ano, com o episódio VII tivemos um super filmão.

Tivemos um salto no tempo, fomos apresentados a novos cenários, mesmo que parecidos com os exibidos em filmes anteriores e tivemos, como comentei a cima e tanto torci, uma enorme diversidade de personagens. Do Stormtrooper negro que se liberta da ditadura branca, um vilão vítima de sua própria caricatura, ao droid mais expressivo que muitos atores por aí e, claro, uma protagonista feminina que não deixar de ser delicada, charmosa, e que sabe se virar. Que sabe lutar, e que de forma divertida lembra a todos: não sou uma mocinha em perigo, pode deixar, eu aguento. Pode deixar, sou também sou capaz.

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O filme consegue mesclar suspense, drama, comédia, romance e muita aventura sem cansar o espectador. Os diálogos são inteligentes, as tomadas as câmeras sempre efetivas e os personagens e atores sensacionais.

É possível se sentir nostálgico, mas ficar extremamente satisfeito e ver que o que foi criado no final dos anos 70 permanece em essência e tem tudo para expandir de boa.

Esse ano, como mulher, achei incrível ver tantos filmes incluindo boas personagens femininas. Dando voz a elas de fato. Gosto de Star Wars, lembro de passar noites e noites assistindo aos filmes com minha mãe, e apesar de achar a trilogia antiga sensacional, só agora me senti inserida naquele universo.

Talvez algumas pessoas não compreendam, mas uma personagens como a Rey dá a oportunidade de todas as fãs se sentirem representadas. Sejam fãs que assistiram o episódio IV no cinema ou as que só estão conhecendo Star Wars agora.

Saí imensamente feliz e emocionada, não só por ter visto um filme sensacional, mas por sentir que tive voz ali. Tive a Rey representando muito bem não só o que as meninas dessa geração precisam e procuram, mas representando o feminino como um  todo. Humana, delicada, forte, esforçada, filha, companheira, acolhedora, MULHER.

Isso, em absoluto não tem preço. Ver que agora, mais do que nunca as mulheres têm espaço e voz no fandom de Star Wars é algo incrível e que me emociona a ponto de me deixar sem palavras.


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Agora, se você ainda não assistiu ao novo filme, por favor!!!! Corre, pois está sensacional!

XoXo