RESENHA – PETS

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Divertido e uma excelente atração para todas as ideias, Pets estréia em todos os cinemas do país nesta quinta-feira.

Apesar de ter bichinhos fofinhos e falantes, PETs surpreende com uma história redonda e divertida tanto para as crianças quanto para os adultos.

Max, um cachorro que vive os confortos de um pet adotado por um humano amoroso, vê sua vida mudar totalmente quando sua dona aparece com mais um cachorro em casa. Não satisfeito com sua nova companhia, ele resolve se livrar dele, mas, acaba se metendo em uma grande confusão.

Se passando em Nova Iorque, PETs brinca com o mundo dos animais criados com frufrus e mimos, versus os animais abandonados e os que foram criados nas ruas. Amizade, lealdade e muita aventura fazem com que o tempo do filme passe sem que o espectador sinta, e enquanto isso, se divirta.

O filme tem uma trilha sonora cosmopolita e brinca com os costumes dos novaiorquinos, sem que fique caricato. Sendo assim, como já confirmado, PETs é divertido, leve, e ideal para curtir em família.

[RESENHA] GAROTA ONLINE EM TOURNÊ, ZOE SUGG

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Ano: 2016

Páginas: 294

Língua: Português

Editora: Verus Editora

Preço Médio: 25,90

 

Sinopse: Penny está de malas prontas! Quando Noah a convida para acompanhá-lo em sua turnê pela Europa, ela mal pode esperar para passar semanas na companhia de seu fantástico namorado roqueiro. Mas, entre a agenda cheia de Noah, seus companheiros de banda não tão amigáveis e mensagens ameaçadoras de fãs invejosas, Penny começa a se perguntar se foi feita para a vida em turnê. Ela sente muita falta da família, de seu melhor amigo, Elliot… E de seu blog, o “Garota Online”. Será que Penny vai aprender a equilibrar vida, amor, amizade, planos para o futuro — tudo isso com os pés na estrada —, ou vai pôr tudo a perder nas férias de verão mais emocionantes e imprevisíveis da sua vida?

 

Tão leve, divertido e fofo como o anterior, Garota On Line em Tournê promete um pouquinho mais de agitação que o primeiro volume da série. Promete e cumpre, afinal, qual o preço de um relacionamento perfeito? E o quão mais caro ele fica quando você tem como namorado um dos boys mais cobiçados e ainda está tentando se encontrar?

Zoella acertou em cheio em seus livros. Ela consegue se comunicar com o seu publico em geral, trazendo um livro de escrita leve e com uma história bem sessão da tarde em conjunto com a escritora. Assim como no primeiro volume, ela acerta não tendo furos e apresentando tão bem os personagens. Vale dizer que não curto muito o Noah, nem a ideia de quem ele é como personagem, mas ele casa super bem com as ideias de sonhos de adolescentes. Uma das coisas mais legais é que mesmo sendo colocada em um pedestal, a Zoella não deixa de lado a importância de falar sobre o preço da fama, de tratar as crises de ansiedade e de pânico de sua protagonista com naturalidade – sério, precisamos falar mais sobre esse tipo de coisa! – e também um dialogo muito bom sobre a conquista de nossos sonhos. Noah está em turnê, mas será que esse sonho não tem um preço? E será que vale mesmo tudo isso?

A evolução e como os personagens passam por altos e baixos no livro são muito bem pontuados. Se preparem para sentir uma raivinha, vale avisar de agora. E mesmo com um final fofo, vale se preparar: o terceiro volume vem aí. Lá fora, está previsto para este ano, perto do natal.

XoXo

[RESENHA] Entropia, Alexandre Marques

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Ano: 2016

Páginas: 304

Língua: Português

Editora: Record

Preço Médio: 25,90

Sinopse: Um ousado romance do mesmo autor de ”Parafilias”. Em ”Entropia”, Alexandre Marques Rodrigues mais uma vez mostra pleno domínio das técnicas narrativas: em um ousado romance, o autor se emaranha por toda a complexidade de seus personagens, em um enredo que se desconcentra na ideia, concretizada ou não, de viagem, de procura (ou será de fuga?) de si mesmo ou do corpo enterrado da mãe. Tudo cumprido, Alexandre Marques Rodrigues vai muito além. O jogo de identidades entre personagens – que perturba o leitor tanto quanto lhe impõe investigá-los, decifrá-los, mapeá-los, confirmá-los a cada página – é caso muito sério, ocasião em que a literatura capta o espírito dissolvido de um tempo sem que da engenharia do escritor se ouça o mais mínimo ruído.

O termo entropia é utilizado para explicar perdas irreversíveis, e pode ser empregado em diversos setores da atuação do universo existencial. No caso da termodinâmica, por exemplo, é a parcela da energia que se transforma em calor, não podendo mais ser revertida em forma de trabalho. – via dicionario informal.

Desafiador. Provavelmente o livro que mais demorei a ler este ano. Sim, desafiador, uma vez que sua diagramação é tão confusa propositalmente. Entropia mostra que Alexandre Marques Rodrigues quer mais que tirar o leitor de sua zona de conforto, que quer que ele realmente seja atencioso com o que está consumindo. Não é um simples livro de contos ou um livro sobre estrutura textual, mas um livro para despir os leitores com tamanha complexidade que enquanto escrevo a resenha me pergunto se realmente fui capaz de compreender totalmente a obra, que em breve quero reler, nem que seja para saber que não compreendi o suficiente.

Não é o tipo do livro que estamos acostumados. Não é limpo para nossa visão e nossa absorção, e justamente por isso se torna uma obra que merece destaque. O autor trabalha bem as relações humanas. Das mais comuns até as mais banais, de tal forma que você vai se pegar pensando e refletindo sobre o que leu. Ou se perguntando o motivo dos possiveis trocadilhos com nome de personagens, ou até mesmo ambientação de diferentes espaços tão iguais. Entropia oferece demais mesmo para o mais culto leitor.

Passado e presente, protagonista e coadjuvante andam juntos. Como já disse, é diferente de muito do que já li e justamente por isso, demorei bastante para terminar a leitura, pois em diversas vezes me vi incomodada pela proposital diagramação.

Já leu? Vamos trocar algumas figurinhas! hehehe Não leu? Pelamor! Pega emprestado e vamos papear!


[RESENHA] BITCH, CAROL TEIXEIRA

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Ano: 2016

Páginas: 128

Língua: Português

Editora: Record

Preço Médio: 35,00

Sinopse: Bitch narra as histórias de Princess, uma artista plástica de 26 anos que se relaciona com o mundo através da exploração do prazer – intrinsecamente artístico e sexual – e C., uma escritora sem inibições que está escrevendo um novo romance. Suas trajetórias seguem em paralelo até que o choque inusitado e metalinguístico do encontro das duas influencia a arte de ambas de maneira definitiva. Entrelaçando a intimidade crua, sensual e explícita dos relacionamentos entre os personagens a reflexões filosóficas e existenciais sobre a arte, a vida e o sexo, Bitch seduz o leitor de forma visceral

O profundo do vazio.

Toda vez que penso nesse livro, essa frase me vem em mente. Não é o meu primeiro contato com a escrita da Carol Teixeira, então estava muito animada com o livro. A premissa também me chama bastante atenção. Princess é uma artista de 26 anos que vive em prol de seu oficio. Explorar o prazer em suas diferentes formas é seu lema de vida. Até que ponto você compreende o que é arte? E até que ponto sua vida e suas vivências influenciam em seu trabalho?

Ainda não sei se descreveria o livro como literatura erótica, pois mesmo que a Carol trabalhe muito bem as cenas mais picantes, o que mais me chama atenção é a necessidade da escrita elegante, de uma personagem culta demais, mas tão culta demais que chega a ser vazia.

Isso sim, me incomodou bastante. E é aí que a mágica acontece: a autora quis fazer isso de proposito? Ou foi algo que realmente apenas não funcionou? Meu maior calo é que pouca gente leu, ou vai ler o livro. Gente, leiaaaaam! Precisamos conversar. Definitivamente não é uma leitura qe vai agradar muita gente. Mas se você ficou curioso, caso já tenha lido e curtido 100 escovadas antes de ir para cama ou Juliette Society, pegue logo o seu exemplar de Bitch, devore-o e venha trocar figurinhas.

Entropia, Garota Online em turnê e o ar que ele respira.

Protagonizado por Matt Damon, suspense ‘A Grande Muralha’ ganha primeiro trailer

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COM DIREÇÃO DO CHINÊS ZHANG YIMOU, PRODUÇÃO AINDA TRAZ WILLEM DAFOE E PEDRO PASCAL NO ELENCO

Mais de 1.700 anos para ser construída e mais de 8 mil quilômetros de comprimento: o mistério em torno da Grande Muralha da China é tema do novo suspense de Zhang Yimou (“O Clã das Adagas Voadoras” e “Flores do Oriente”). Assista ao trailer de “A Grande Muralha” (The Great Wall)

Previsto para chegar aos cinemas brasileiros em fevereiro de 2017, o longa conta a história de uma força de elite que apoia a construção de uma das estruturas mais icônicas da humanidade. O filme conta com roteiro de Tony Gilroy, da franquia “Bourne”, e Carlo Bernard & Doug Miro, de “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo”.

Com distribuição da Universal Pictures e produção da Legendary Pictures, o longa traz Matt Damon, Willem Dafoe, Pedro Pascal, Tian Jing, Hanyu Zhang e Han Lu no elenco.