Star Wars Experience agita férias no Shopping Recife

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Atração gratuita terá diversas atividades com inspiração intergaláctica e personagens do filme

No mês de julho, a garotada terá diversão garantida no Shopping Recife. É que o centro de compras preparou uma programação inédita com atividades para entreter e divertir as crianças no período de férias. A partir do dia 30 de junho, os pequenos poderão brincar no Parque Star Wars Experience, que ficará na Praça de Eventos do centro de compras.

O Shopping Recife está trazendo a atração para o mall, que chega pela primeira vez no Nordeste, com o apoio das marcas Claro e Samsung. No espaço, além um circuito de brincadeiras cheio de diversão, os participantes poderão se tornar um verdadeiro Jedi em uma academia de treinamento que ensinará a manusear um sabre de luz. Ao final, quem passar por lá poderá mostrar as suas práticas para o arquirrival Darth Vader. A escola de Jedi funcionará todos os dias, a partir das 14h30, e receberá oito alunos por vez. Para participar, é necessário retirar uma senha previamente, no balcão de atendimento do evento.

Além disso, o espaço conta ainda com um brinquedo ambientado na floresta “Endor”, onde os participantes terão a missão de ajudar os Ewoks protegerem suas moradias. Os visitantes terão que pegar uma rocha, passar por uma tenebrosa ponte suspensa e atravessar a cama de gato a laser, que termina em um divertido escorregador. Outra atração do evento, que promete agitar a garotada, é a chuva de meteoros, que consiste em um simulador que criará a experiência de atravessar o espaço sem ser atingido pelas rochas. Em um piso inflável, as crianças terão a sensação de estarem flutuando em meio à Galáxia. Todas as atividades são gratuitas.

Star Wars Experience

Local: Shopping Recife – Praça de Eventos
Período: De 30/06 a 31/07
Entrada: gratuita

[resenha] à margem do lago, sara gruen

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Ano: 2016
Páginas: 392
Língua: Português
Editora:Bertrand Brasil
Preço Médio: 35,00

Sinopse:   Após uma festa de ano-novo da alta sociedade na Filadélfia em 1944, Madeline Hyde e seu marido Ellis são expulsos de casa pelo pai dele, um rico ex-Coronel das forças armadas, já bastante envergonhado pela incapacidade do filho em ir para a guerra. Com a ajuda do melhor amigo, Hank, Ellis chega à conclusão que a única maneira de reconquistar os favores do pai é ser bem-sucedido em algo que o Coronel falhou no passado: caçar o famoso monstro do Lago Ness. Maddie, relutantemente, cruza o oceano Atlântico com eles, deixando para trás seu aconchegante e protegido mundo. O trio chega a um vilarejo distante nas Terras Altas da Escócia, onde são desprezados pelos moradores locais. Maddie fica sozinha numa isolada hospedaria, onde a comida é racionada, o combustível é escasso e o carteiro bater à porta pode significar notícias trágicas. Apesar disso, ela começa a se apaixonar pela beleza deslumbrante e a magia sutil do interior escocês, e a amizade com duas jovens mulheres abre seus olhos para um mundo maior do que ela imaginava existir. Maddie começa a perceber que nada é o que parece: os valores que ela mais prezava se mostram insustentáveis, e monstros surgem onde menos se espera.

Eu sou completamente apaixonada pela escrita da Sara Gruen. Dá gosto de ler tudo que ela escreve, especialmente por sempre transbordar pesquisa!

Outra coisa interessante da escrita dela é que ela sempre coloca um animal em suas histórias. Algumas pessoas podem se chatear por ela sempre colocar os personagens principais em situações extremas, mas confesso que gosto disso.

O livro tem vários clichês e de certa forma também tem uma construção parecida com Água para Elefantes, mas mais uma vez, isso não me incomoda, afinal ela trabalha tudo muito bem. Pode parecer uma simples receita de bolo, mas não é. Maddie é casada com Ellis, e ambos sempre foram muito privilegiados. Os problemas começam quando eles são cortados. Ellis, disposto a provar para seu pai que tem valor, resolve concluir um projeto que seu pai nunca conseguiu. Capturar o monstro do lago Ness.

O melhor amigo de Ellis, Hank os acompanha na viagem onde todos vão viver de forma totalmente diferente. Não existem privilégios, empregados, fartura. Para Maddie se vê presa em um mundo do qual ela não faz parte. Mais que isso. Aos poucos, ela vai ver que o monstro pode estar ainda mais próximo que ela imagina.

Sara flerta com o que ocorre em um pós guerra, mas não foca necessariamente nisso. O que de certa forma, achei uma pena. No inicio achei a Maddie bem chata. Fiquei pensando quanto tempo levaria até que ela pudesse finalmente se permitir e absorver o que tinha ao seu redor. Mas como um bom personagem, tem sim um arco muito interessante reservado para ela.

Sua jornada é mais longa e menos prazerosa que imaginava. A sua libertação muitíssimo importante e inspiradora. Sobre o monstro do lago Ness? Só lendo para compreender sua grande importância.

Amizade e empatia são duas pautas fortes no livro.

Mais uma vez a Sara me prendeu do começo ao fim e a tradução da Bertrand Brasil está fantástica. Agora vou torcer para que os outros livros dela sejam publicados por aqui, o mais breve possível.

Se você ainda não conhece o trabalho da autora, ou se já conhece, está perdendo tempo por não ler o À MARGEM DO LAGO.

[RESENHA] Anna vestida de sangue, Kendare Blake

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Ano: 2016
Páginas: 252
Língua: Português
Editora:Verus
Preço Médio: 27,90

Sinopse: Cas Lowood herdou uma vocação incomum: ele caça e mata os mortos. Seu pai fazia o mesmo antes dele, até ser barbaramente assassinado por um dos fantasmas que perseguia. Agora, armado com o misterioso punhal de seu pai, Cas viaja pelo país com sua mãe bruxa e seu gato farejador de espíritos. Juntos eles vão atrás de lendas e folclores locais, tentando rastrear os sanguinários fantasmas e afastar distrações, como amigos e o futuro.
Quando eles chegam a uma nova cidade em busca do fantasma que os habitantes locais chamam de Anna Vestida de Sangue, Cas espera o de sempre: perseguir, caçar, matar. Mas o que ele encontra é uma garota envolta em maldições e fúria, um espírito fascinante, como ele nunca viu. Ela ainda usa o vestido com que estava no dia em que foi brutalmente assassinada, em 1958: branco, manchado de vermelho e pingando sangue. Desde então, Anna matou todas as pessoas que ousaram entrar na casa vitoriana que ela habita. Mas, por alguma razão, ela poupou a vida de Cas.
Agora ele precisa desvendar diversos mistérios, entre eles: Por que Anna é tão diferente de todos os outros fantasmas que Cas já perseguiu? E o que o faz arriscar a própria vida para tentar falar com ela novamente?

Divertido e cheio de bons diálogos, Anna vestida de sangue me surpreendeu bastante.

Adoto literatura juvenil e graças aos diretos comprados para virar filme, fiquei ainda mais curiosa para conhecer a trama fantasmagórica.

O livro conta a história do Cas, que é um caçador de fantasmas. Não de uma forma leve como os caça-fantasmas. Ele é bruto e cruel, um excelente caçador e vive disso.  Caçar fantasmas faz parte de seu DNA e ele também faz isso assumindo o legado de seu pai, que foi morto de forma trágica.

Cas tem uma mãe que é bruxa, um gato que sente o cheiro de fantasmas e uma missão: acabar com a fantasma que mata todos que entram em seu lar. Anna é uma figura sombria, tem seu vestido banhado de sangue, cabelo muito preto e tem uma razão para tomar esse tipo de atitude.
O que é bastante obvio – que Cas e Anna vão desenvolver um laço – podia ser retratado de forma banal, mas é bem construído. Não ache que o livro vai ficar apenas em um tom de romance ou com passagens divertidas: existe muita aventura ao longo das páginas e um final de tirar o fôlego.

Realmente me surpreendi com os diálogos, que são muitos ao longo do livro que por sinal você lê em uma tacada só. É uma leitura leve e a autora tem uma escrita muito fluida. Sobre ter mais livros vindo por aí, pode ficar com o coração tranquilo. O arco do primeiro volume é bem trabalhado e fechado. O que acontece é que… bem, não vou dar spoilers, mas adorei a forma como o novo arco surgiu.

Já quero ler o próximo.

[resenha] Memorandom, Anders de La Motte

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Ano: 2016
Páginas: 448
Língua: Português
Editora: Record
Preço Médio: 35,00

Sinopse: Um policial que investiga o próprio passado. Um criminoso que busca a verdade sobre a morte do irmão. E um ministro da justiça que tem tudo a perder. David Sarac é um policial da Divisão de Inteligência da polícia de Estocolmo. Ele identifica, recruta e gerencia informantes, uma função crucial para o combate ao crime e na qual ele se destaca. Muito disso se deve ao seu informante de alto nível, Jano, inserido de forma estratégica nas organizações criminosas. No entanto, durante uma perseguição de carro, David tem um derrame e sofre uma colisão violenta dentro de um túnel. Ao acordar no hospital algumas semanas depois, ele não se lembra de nada dos últimos dois anos de sua vida, nem mesmo da identidade de seu mais proeminente informante. Muitas mortes ocorrem, todas elas relacionadas a Jano de alguma forma. Agora, David precisa correr contra o tempo para recuperar suas memórias e o contato com o informante antes que ele próprio se torne a próxima vítima.

Não tive sorte com livros policiais este ano. Tanto é que, sem dúvida alguma vou dar uma pausa com o gênero por um tempo. Infelizmente, mais um livro que tinha tudo para ser fantástico se tornou uma leitura lenta e enfadonha.

Anders de La Motte já trabalhou como policial. Toda a bagagem que ele tem poderia ser fantástica se não fosse pelo excesso. As cenas são muito longas, tudo detalhados demais e soa exagerado e grandioso demais, quando na verdade é bem mais simples. Um ponto positivo para o livro fica em sua organização: Temos três personagens em foco e a escrita em terceira pessoa, então fica mais simples de compreender tudo o que o autor repassa para o leitor. Em vários momentos somos tão bombardeados de infirmações que ficamos cansados.

O livro também é bastante lento. Tem seus bons momentos, mas de modo geral é bastante lento e não me prendeu.

Conclui a leitura intercalando com outros livros, pois não consegui que o livro me prendesse para que fosse uma leitura única. Outra coisa muito importante com relação ao livro, é que não consegui me conectar aos personagens. Não senti empatia ou proximidade com nenhum deles, o que obviamente não ajudou em nada.

Mas o mais complicado, sem duvidas, é que nenhum amigo leu  o livro. Então estou aqui, aguardando para trocar figurinhas sobre ele com alguém…

 

Resenha: Independence Day – O Ressurgimento

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Lançamento 23/06/2016
Direção: Roland Emmerich
Elenco: Liam Hemsworth, Jeff Goldblum, Bill Pullman, Jessie Usher, Maika Monroe, Vivica A. Fox, Sela Ward, William Fichtner

Sinopse: Após o devastador ataque alienígena ocorrido em 1996, todas as nações da Terra se uniram para combater os extra-terrestres, caso eles retornassem. Para tanto são construídas bases na Lua e também em Saturno, que servem como monitoramento. Vinte anos depois, o revide enfim acontece e uma imensa nave, bem maior que as anteriores, chega à Terra. Para enfrentá-los, uma nova geração de pilotos liderada por Jake Morrison (Liam Hemsworth) é convocada pela presidente Landford (Sela Ward). Eles ainda recebem a ajuda de veteranos da primeira batalha, como o ex-presidente Whitmore (Bill Pullman), o cientista David Levinson (Jeff Goldblum) e seu pai Julius (Judd Hirsch). 

Em uma tentativa de se mostrar diferente do primeiro filme, Independence Day falha tão catastroficamente quanto suas sequencias de destruição em grande escala ao redor do mundo.

Alias, vale ressaltar que o diretor consegue sim fazer sequencias de tirar o fôlego. Nessas cenas os planos são belíssimos e muito bem aproveitados. As sequências de ação – que são muitas ao longo do filme – também são muito bem trabalhadas. O CGI é extremamente bem aproveitado. Não costumo aproveitar filmes em 3D ou salas de IMAX, mas em Independence Day eles utilizam bem o recurso inclusive para trabalhar bem profundidade, escala e proporção. O maior problema é que o roteiro soa preguiçoso.

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Mesmo quem nãos assistiu ao primeiro filme pode perceber como durante o filme inteiro os personagens lembram do ocorrido vinte anos antes e tentam, o tempo inteiro se valer disso para resolver a grande questão. Os personagens são, em sua maioria jogados ao longo do filme. Tirando os personagens que já apareceram no primeiro filme, os novos não tem real função. E são tantos que não conseguem ter o seu arco bem aproveitado.

A prova disso é que colocaram uma presidenta nos tempos atuais, mas isso em nada é aproveitado. A personagem interpretada por Sela Ward se não tivesse tempo em tela não faria diferença. Assim como Jake, interpretado por Liam Hemsworth, que surge como o grande e novo herói da história, mas não tem um real arco definido. Horas ele parece ser o herói, horas ele parece ser apenas parte de um triangulo amoroso bobo e desnecessário para a trama se desenrolar.  As falas em sua maioria são tão bobas que nem mesmo quando um alivio cômico é apresentado ela funciona.

O primeiro Independence Day marcou a infância de muita gente, então também esperava, pelo estilo do filme que acontecesse muito fã service, mas isso não ocorre. Talvez o maior pecado do roteiro tenha sido tentar se distanciar de sua origem.

Apesar de todos os problemas do filme, ele não deixa de ser um bom entretenimento. Os fãs de filmes recheados por ação tem aí uma excelente opção em cartaz. Os fãs do primeiro filme com toda certeza não podem deixar de conferir como o filme ficou.

E para quem curtiu o filme para valer, não precisa se preocupar: um terceiro filme vem por aí e já está com o anuncio confirmado. O plot dessa vez será diferente e confesso que estou curiosa para ver o que vem por aí. Sendo um resultado desastroso ou não.

Independence Day está em Cartaz nos melhores cinemas do país.

XoXo

COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ APRESENTA TRILHA SONORA REPLETA DE ROMANTISMO

O longa, que está em cartaz nos cinemas brasileiros, tem o clima romântico embalado por músicas como a famosa “Photograph” de Ed Sheeran e “Till The End”, na suave voz de Jessie Ware.

“Not Today”, da banda Imagine Dragons, também é destaque na trilha sonora do longa. A canção foi divulgada recentemente junto a um vídeo repleto de cenas emocionantes estreladas por Emilia Clarke e Sam Claflin.

A trilha sonora completa será lançada em 3 de junho de 2016, pela Interscope Records. Veja abaixo as músicas que a compõem:

1. Max Jury – “Numb”

2. HOLYCHILD – “Happy With Me”

3. X Ambassadors – “Unsteady’ (Erich Lee Gravity Remix)”

4. Jessie Ware – “Till The End”

5. The 1975 – “The Sound”

6. Jack Garratt – “Surprise Yourself”

7. Cloves – “Don’t Forget About Me”

8. Ed Sheeran – “Photograph”

9. Imagine Dragons – “Not Today”

Link para compra do álbum: https://VA.lnk.to/TrilhaMeBeforeYou

 

E aí? Se emocionou escutando também?

 

XoXo

O Livro das Ideias Brilhantes – E o Que Fazer para Tê-las The Brothers McLeod

9788558890106 Livro das Ideias Brilhantes (1)

Editora Valentina lança seu primeiro livro interativo!

Recheado de atividades divertidas e estimulantes, O Livro das Ideias Brilhantes é garantia de entretenimento e inspiração para quem quer desenhar, inventar, colorir e completar mais de uma centena de opções.

É um livro interativo, recheado de atividades como escrever as primeiras linhas de um grande romance, desenhar criaturas engraçadas e bizarras e dar nomes a elas, completar balões com diálogos hilários, criar mapas de lugares imaginários e pintar neles construções impossíveis.

Cada página contém uma sugestão, uma ideia, geralmente com os primeiros passos fornecidos pelo Greg e pelo Myles. Mas também pode ser um desafio: treinar a imaginação para superar a deles, ou simplesmente superar-se em criatividade e inventividade.

O Livro das Ideias Brilhantes é uma coleção divertida e inspiradora de ideias brilhantes que oferece horas de entretenimento a leitores dos oito aos oitenta anos.

The Brothers McLeod são conhecidos pelos seus trabalhos em animação, roteiro e produção para séries de TV, games e web, e ganharam o BAFTA em 2011 pelo trabalho desenvolvido na BBC de Londres.

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