TRETAS DA BIENAL! #2DB & #BFYH

Viagem boa é aquela que você volta pra casa cheia de histórias para contar, não é mesmo? Bienal do Rio já virou uma parada obrigatória e tem sido muito legal ver mais amigos entrando nessa rota. Esse ano eu não fiquei em casa de amigas como geralmente rolava, mas dividi o quarto com duas amigas de Fortaleza. A Pri é do blog Feed Your Head – nosso parceiro! visitem!!! – e a Jamille estava como representante do mesmo também. O fato é que batemos agendas e conseguimos, mesmo em momentos que estavamos em atividades diferentes, nos divertirmos e aproveitarmos o máximo que dava. Também rimos muito de nossas próprias desgraças, afinal, viagem sem tretas não é viagem… Pra saber mais um pouquinho é só clicar no vídeo para rir um bocado. Pastel de 37,00 é pura bobagem…

#2DBienal – Nossa impressão sobre a central de senhas!!!

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Confesso que a novidade da central de senhas na Bienal do Livro Rio foi recebida por mim de uma maneira agridoce.

Fiquei muito feliz em saber que a orgnização estava disposta a melhorar a feira e também permitir que menos acidentes ocorressem. Sim gente, não tem essa. Aqui no Brasil não é novidade que quando um autor badalado – nacional ou internacional – comparece em certos eventos, que a correria para garantir sua senha, seu autógrafo e sua foto existe e na maioria das vezes sempre causa um stress danado! Na Bienal do Rio não é novidade que as editoras mais badaladas estão no pavilhão azul e sempre rolava aquele stress absurdo após a abertura dos portões. Fora que também ficava impossível transitar pelo pavilhão por conta das filas. Afinal, se eu cheguei cedo, garanti minha senha e o autografo desse autor querido só vai rolar no final da tarde, não vou perder o meu lugar na fila para deixar de ser um dos primeiros, não é mesmo?

Meu medo era que toda essa confusão acabasse acontecendo em um espaço a parte. A vantagem é que quem estivesse circulando pela Bienal poderia fazer isso sem tanto stress e quem estava interessado em senha ficaria no local indicado.

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Minha alegria foi ver como tudo estava organizado. Grades por toda a parte da central de senhas e dos auditórios Copacabana e Maracanã. Rolou correria para entrar no pavilhão? Sim. Mas uma vez que você entra na fila e rola pelas grades apelidadas de “curral” por alguns funcionários da Bienal, você sabe que vai garantir sua senha. É claro que tinham alguns funcionários irritados e não foram tão prestativos. Sei que lidar com fandons é sempre algo delicado, mas responder a dúvida de uma pessoa no lugar de levantar uma placa que tinha em mãos não custava absolutamente nada. De modo geral DEU MUITO GOSTO VER A BIENAL E EM ESPECIAL, O PESSOAL DAS EDITORAS FAZENDO DAR CERTO. Sim, em caps! Cara, dava para ver o esforço das editoras para que todas as pessoas fossem atendidas, que quando o limite máximo de pessoas já estivesse na fila, para que outras não acabassem perdendo tempo tumultuando o espaço. Só teve um autor internacional que teve senha distribuida na central que não teve informação concreta. Mas aí fica complicado de dizer se a culpa foi da Editora ou da Bienal. O que me chateou de fato, foi que os autografos da autora em questão continuaram a ser atendidos no stand da editora e os funcionários da mesma que garantiram que todos seriam atendidos pela ordem das senhas não se preocuparam de fazer isso funcionar. Fiquei irritada em ver gente sem nem mesmo estar com senha sendo atendida na minha frente!!! Claro que imagino como os dois lados se esforçaram, mas este também foi o único ruído de todos os 5 dias que passei na Bienal!!! Ou seja, SALDO MAIS QUE POSITIVO!!!!!

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Minha única ressalva é sobre as filas nos stands. É claro que com a central de senhas e os auditórios anexos toda a estrutura melhorou muito, mas lá não era espaço para todos os autores que compareceram na feira. A Bienal recebe milhares de pessoas, muitos autores e alguns deles já estão mais que consagrados. É impossivel que se a editora só tem a opção de colocá-lo para atender os fãs em seu stand, que filas não se formem. Pequenas ou grandes. E sinceramente, por maior que fossem as filas, não senti que atrapalhou o meu fluxo de ir e vir de forma alguma pelos pavilhões. A central de senhas sem dúvidas foi um senhor acerto que ajudou a todos! Só vi vantagem nesse sistema, especialmente por ter utilizado ele quase todos os dias em que estive na Bienal.

E você? Usou a central de senhas? Foi na Bienal? O que achou? O #2DB só tem que dar os parabéns para todos os envolvidos. Em especial o pessoal da editora Record, da ArqueiroIntrínseca que o tempo todo ajudou a equipe da Bienal a coordenar as filas e tirou as duvidas de toda e qualquer pessoa que estava presente!

Xoxo

[RESENHA] Bem-Casados, Nora Roberts

Bem-casados

Eu adoro a Nora Roberts, mas tem algum tempo que não leio nenhum livro dela. Tanto essa série – Quarteto das noivas – quanto a Trilogia Primos O’Dwyer me chamou bastante atenção.

Bem, a Nora é a Nora. Bem-casados é um romance delicioso e que me fez suspirar e me divertir muito. E algo que chamou demais minha atenção é como a Nora soube destacar a protagonista com um tema moderno: O sucesso profissional pode atrapalhar a mulher a ter sucesso no amor? Esse é um tema que ainda é muito debatido entre empreendedoras e empresárias. Conciliar as duas coisas seria assim, tão complicado?
A Laurel é a confeiteira (só lembrei da Jeu rsrsrsrs vocês sabem que ela é confeiteira né? E de mão cheia!!) e seus bolos são muito famosos além de muito gostosos e impecáveis. Ela leva o trabalho muitíssimo a sério e justamente por ter tido uma adolescência turbulenta é bem focada no que faz. Sem suas amigas não teria conseguido seguir em frente e com elas se sente verdadeiramente segura.

Mas uma pessoa que já faz parte de sua vida e já amolece seu coração parece finalmente estar em sintonia com ela. É meio por acaso que a coisa começa, mas quando eles resolvem testar para ver no que vai dar…

Ah gente, não li os outros livros da série – ainda – mas me apaixonei pelo Del. Ele adora pegar no pé dela, tentar tomar conta da vida dela, mas de cara você já saca o motivo. Eles tem uma química linda, mas tem medo de levar aquilo para frente por diversos motivos, mas o principal é que Laurel tem medo e se sente inferior a ele e sua família. Juntos eles vão ter que crescer junto com o que sentem um pelo outro para fazer dar certo.

O livro num geral é bem doce, leve… arranca suspiros e me fez lembrar das correrias pré casamento. A Nora descreveu muito bem as situações da empresa Votos e se você tem alguma amiga que está noiva, este é um bom presente pra ela. rssrsrs Voltando a falar do livro ser doce, é doce, mas não água com açúcar. O romance é bem dosado e bem delineado. Os personagens são bem trabalhados e é impossível não se envolver e torcer para que a Laurel e o Del fiquem juntos.

Estou ainda mais animada para ler o restante da série! Vai ser uma das minhas compras em breve!!!  As capas são lindas e eu amei a diagramação. É exatamente o tipo de diagramação que eu curto! Simples e bastante limpa.

Ah, vale dizer que essa resenha é especial! É a minha primeira em conjunto com o grupo Open Minds, em breve teremos muitas mais por aqui! Conheça o trabalho das outras parceiras clicando nos links abaixo.

 

 

XoXo