Solta os cachorros!!! O #2DB agora é parceiro da Valentina!

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Estou tão feliz com a novidade! A Valentina é uma das editoras que mais vem conquistando espaço no mercado e tem um catálogo bem variado. Posso até estar errada, mas para mim foi a primeira a trazer e divulgar de fato o gênero SteamPunk para a galera jovem aqui no Brasil. Também sou suspeita para falar, afinal a Valentina tem uma das minhas autoras nacionais favoritas: A Tammy Luciano! A Valentina além de ter títulos internacionais muito bacanas, investe para valer em autores nacionais!

Sei que no twitter rolou o maior suspense, mas estava acertando detalhes do evento de aniversário do blog em Recife – CONFIRME SUA PRESENÇA CLICANDO AQUI. – então quando vi o email foi uma surpresa total, especialmente por algumas horas antes ter tido retorno deles sobre a parceria para o evento em si, mesmo o blog não sendo parceiro de fato.

Ou seja, a parceria já começou com tudo! É gostoso demais receber o carinho de quem a gente curte, não é mesmo?

Bem, o Sr Bestão e o Dog Bernard estão liberados para latir e muitooooo! rs Em breve, esperamos aparecer com novidades!

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E aí? Curtiu a novidade do #2DB ?

XoXo

2DB Gourmet: Nhoque

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Ingrediente

250 ml de leite integral

250 g de farinha de trigo

1 ovo

1 colher de sopa de manteiga

1 colher de sopa de queijo parmesão ralado

1 colher de sopa do tempero que mais gostar (uso Tempero Italiano que vende pronto no mercado).

Modo de preparo

Espero que curtam esse nhoque e se fizer, posta no Instagram ou Twitter usando a #2dbgourmet pra a gente ver 🙂

Beijos!

[Resenha] Grey, E.L.James

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Quem me conhece ou acompanha o canal por mais de 6 meses já sabe que minha relação de amor e ódio com 50 Tons de Cinza é de longa data e existe desde Master of The Universe, a versão da história em fanfic.

Eu adoro a ideia de 50 tons de cinza. Adoro! O cara quebrado, com diversos traumas causados por uma infância difícil e que busca por redenção. Redenção essa que ele só vai se permitir ter de fato após encontrar o amor de sua vida a jovem e inocente Ana. Em resumo é isso né pessoal? Ana vai ajudá-lo a superar seus problemas e a curtir mais a vida. Com ou sem sacanagem, ela vai ser a responsável por mudanças em sua vida.  Gosto também da ideia do homem frio, com coração partido demais para que se permita se apaixonar… Enfim, na época que ainda era fanfic, o que me chamou atenção é que todo mundo falava sobre a fic, surtava com a fic… Precisava conferir. Era uma fic +18 e com tema BDSM. Se eu me diverti lendo? Sim, me diverti. Curti, como vários outros livros e fanfics que mesmo me entretendo, não perdem seu mérito, mas não entram no hall de favoritos.

Eu amo romances BDSM, mas infelizmente, como em outros casos, 50 Tons aborda isso de uma forma bem errada. Ter um puta Playroom ou ser sádico não te faz um Dom. Desde a época que a E.L.James ainda  postava regularmente eu tinha um problema com isso… mas esse não é o caso do post em si. Isso pode ficar para outro momento.

Finalmente peguei Grey para ler e tinha esperanças de ver muito mais do Sr Grey, de ver mais sobre o homem que estava sendo dobrado pela garota que ele está loucamente apaixonado. E aí…Sim, foi uma decepção. O Sr Grey tem atitudes e pensamentos bobos, de um menino. Ele não tem sua Deusa, mas sabe que é hora do show. Ele tem preocupações que remetem a pensamentos típicos de personagens femininos. A decepção maior é que provavelmente tem mais passagens e descrições sobre o seu pênis do que situações realmente interessantes.

É o POV dele. Ela poderia ter explorado muito mais e não ter descaracterizado – ou mostrado quem o Sr Grey realmente é, vai saber – fazendo ele agir e pensar como um menino e não como um CEO imponente. Estar apaixonado com toda certeza gera uma quebra na rotina dele, mas não o faz de bobo perante o império que conquistou. Fora que mesmo sendo o POV dele, poderíamos ver muito mais de sua vida pessoal e isso temos muito pouco além do que já foi apresentado nos livros no pov da Ana. E o livro começa com uma promessa de que vamos saber mais sobre sua conturbada infância…. só que mais uma vez é tão pouco que mal faz diferença de fato. É como se mesmo usando palavras e uma visão diferente ela apenas mostrasse mais do mesmo. Sem aprofundar, quanto tinha uma senhora oportunidade para isso.

Enfim, decepcionada estou. 50 Tons de Cinza pode não ser uma grande obra literária, mas ao menos tem mais conteúdo. Grey me passou uma ideia de total desleixo da autora. Fora que, se em algum momento eu já achava ele egoísta e mimado, em Grey isso ficou bem claro. E diferente dos outros livros da série, não foi uma leitura divertida. Foi uma leitura que aos poucos ia se tornando cada vez mais sem graça… Realmente acho uma pena, sabe? Mas enfim…

Ps: Outros dois livros vão ser lançados, provavelmente em 2017 e 2018, mas dificilmente vou ler. Prefiro ficar com a parte boa da experiencia de Master Of The Universe/50Tons de Cinza/50 Tons mais escuros.

Ps2: Um exemplar da versão nacional de Grey (lançamento em Setembro) Será sorteada por aqui! 😉

XoXo

[Resenha] Caixa de Pássaros, Josh Malerman

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ISBN: 9788580576528

Ano: 2014

Páginas: 272

Língua: Português

Editora: Intrínseca

Preço médio: R$ 28,00

Sinopse: Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler. Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

Infelizmente já começo essa resenha comentando o quão decepcionada fiquei com o livro. Mas ele é bem escrito? Sim. Diagramação, algum tipo de problema na edição do texto? Também não. Eu até imaginei que a falta de emoção – sim, esse foi o problema – fosse a tradução, mas certamente ela estava distante de estar ruim.

O livro que infelizmente não me fisgou.

Como comentei a escrita do livro é boa, em terceira pessoa, e nos permite uma visão muito mais ampla desde que o caos vem se espalhando por todo o mundo e como as coisas estão ao redor da Malorie, antes mesmo da chegada de seus dois filhos ao mundo. Outra coisa que achei bem interessante da escrita é que ao longo do livro, ela vai ficando mais agoniada/afobada, o que dá um ritmo bem interessante a história. A proposta não é lá inovadora. Você tem medo do escuro? Espero que não. Pois é no escuro que os personagens vão sobreviver. E as ligações com o mundo também vão se perdendo… e pegando a carona, eu, como leitora, também fui perdendo o interesse.
Sinceramente, sou a pessoa mais frouxa do mundo. Certos livros já conseguiram me deixar perturbada e sem conseguir dormir direito por dias, e isso mesmo depois de velha, ok? Não tenho vergonha de assumir isso. Mas se tem algo que eu amo, por mais perturbada que acabe ficando, é terror psicológico. Não, não tenho estômago para terror gore. Não curto mesmo. Mas o psicológico… Ah! Eu adoro! E este livro é vendido como um excelente suspense/terror psicológico. E eu não senti absolutamente nada além de tédio. Não existe frustração maior para mim que não me importar com um personagem apresentado da história.
É interessante que a escrita venha com um elemento surpresa no final, mas sinceramente achei tão piegas… Tão bobo…

Sendo um livro de estréia de Josh Malerman, digo sim que é um livro que está na média. Seria realmente injusto dizer que a escrita não é boa, que a ideia do livro não é bacana. Tanto é que conquistou fãs mundo à fora. Acredito que o tamanho da minha empolgação para ler o livro foi proporcional ao baque de achá-lo sem graça! rsrsrs

Uma pena, mas as vezes é assim mesmo, né? Aquele livro que todo mundo amou não era seu número.

XoXo

CHEGA DE MIMIMI LITERÁRIO! – Mi #2DB

É isso aí meu povo. Bora ser feliz! Eu fiquei realmente muito chateada com o comentário da Sra Rocha. Em especial, por admirar o trabalho dela. Amo ler! Amo, amo amo! E eu amaria ter tido mais experiencias com literatura YA quando mais novinha. Acredito que seria sensacional. Que me daria base também.

Preconceito literário rola por toda parte. Preconceito, num geral, rola por toda parte e vamos combinar? É uma merda! Mas já que o papo aqui é sobre literatura, acho muito triste quando vejo alguém fazendo menos de algum leitor por ele gostar mais de YA, como detesto ver gente de mimimi pq fulano só curte livro clássico/rebuscado. Cara, o mercado está abrindo as portas para cada vez mais e mais gêneros, sub-gêneros e também autores. Sim, rola a moda, um gênero estoura. Mas como tudo na vida, vai ter o bom e o ruim. O mais ou menos… O que vai fazer sucesso e o que será indie… Só fico triste vendo esse tipo de mimimi.

Mimimi do qual costumo ver entre amigos da minha faixa etária e PRINCIPALMENTE de educadores e pais. Dos adultos que poderiam estar ajudando a formar mais e mais leitores, mas acabam podando tanto, que criam traumatizados, quadrados… Cara! Parem de pensar que adolescentes são incapazes! Não só os da ficção! Vamos melhorar isso aí e desenvolver cada vez mais formadores de opinião e pensadores.

Acho triste demais ver um fã agir de maneira afetada quando alguém fala mal do que ele gosta. Ser fã não te impede de pesar, de analisar o que curte. Ser fã não significa ser babaca ou intolerante. Migo, ninguém é obrigado a gostar das mesmas coisas que você, e não curtir na mesma intensidade, não o diminui.

Uma das coisas que mais curto é que desde o surgimento da internet e com a ajuda de nosso querido e escanteado mIRC eu poderia ter dito BBS, mas aí vocês iam me chamar de TiaVeia se tornou ainda mais simples encontrar pessoas com o mesmo interesse que o seu. Encontrar pessoas com gostos diferentes. Pessoas dispostas a conversar, a debater… Dispostas a entender que o seu gosto pode não ser o dela e ainda assim, todo mundo viver me paz. Saí da zona de conforto! Vai ser feliz!

Como disse no vídeo, sou totalmente contra o pensamento de que leitura ruim é apenas ruim. Não. Uma leitura ruim pode ensinar muita coisa pra gente! Ou no mínimo, pode nos ensinar a não comprar livro daquele autor. Vale bater um papo sobre o motivo de não ter gostado de algo? Claro! Mas não vale ficar morrendo por isso. O mundo é grande. O número de autores e livros diferentes daquele que foi ruim e te trouxe uma experiencia é enorme.

Quem topa ser mais feliz e livre de mimimi literário? rsrsrs

xoxo

[RESENHA] A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

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ISBN: 9788565765695

Ano: 2015

Páginas: 419

Língua: Português

Editora: Editora Seguinte

Preço Médio: 34,90

Skoob / GoodReads

O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.

Livros que causam muito barulho na mídia me deixam, ao mesmo tempo, com o pé atrás e muito ansiosa para ler. Foi assim com todas as distopias teen dos últimos 5 anos e não poderia ser diferente com A Rainha Vermelha. Depois de semanas vendo praticamente todas as booktubers gringas falando sem parar sobre essa nova série, resolvi me jogar.

ATENÇÃO. A resenha pode conter spoiler. Avisados desde já.

Seguindo o molde de todas as distopias adolescentes, temos uma nova ordem mundial. De um lado temos os “Vermelhos”, que são os humanos normais, com sangue vermelho e que vivem em uma situação precária de pobreza, trabalho pesado e desigualdade. Do lado rico, temos os “Prateados” que são super-humanos com sangue prateado e poderes que os tornam imbatíveis. São ricos, poderosos e tornam as vidas dos Vermelhos um inferno, com trabalho quase escravo e uma guerra interminável.

Ao completar 18 anos, os jovens que não tiverem um emprego são mandados para a guerra e fim de papo. Seja menino ou menina, se você não tiver uma utilidade naquela sociedade vai ter que ir para o campo de batalha e rezar para sobreviver dia pós dia. Mare Barrow é um desses jovens sem futuro. Ela nunca foi muito boa na escola e não se encaixava em nenhuma função de aprendiz que a livrasse da vida militar, além de ser uma “mão leve” que rouba as pessoas para conseguir um pouco de dinheiro. Ao contrário de sua irmã mais nova, que é um talento para a costura, Mare sabe muito bem que seu destino é ir para o front de batalha e esperar o dia de morrer naquela guerra.

Por causa de um erro seu, a irmã de Mare perde o emprego de aprendiz e amarga a possibilidade de precisar se juntar ao exército do rei quando completar 18 anos, já que a chance de conseguir um novo tutor para ensiná-la uma nova profissão é baixíssima. Mare se sente culpa até o último fio de cabelo, claro. Mas sua sorte muda quando ela conhece um garoto um pouco mais velho que ela em uma noite.

O tal garoto a escuta se lamentar sobre seus problemas e como ela logo precisará deixar sua família por causa do serviço militar. Ele diz trabalhar no castelo e consegue ajuda-la ao conseguir um emprego lá também. No dia seguinte, Mare é levada para o castelo para começar a trabalhar como empregada lá, justamente no grande evento da monarquia: a seleção para a futura rainha de Norta.

É aí que o livro parece que vai dar uma de A Seleção da Kiera Cass, mas a diferença na hora de escolher a esposa do Príncipe Cal é que as candidatas não precisam desfilar suas belezas e sim suas habilidades. Como todo “Prateado” tem um poder, as garotas demonstram seus poderes em uma arena e a melhor irá se casar com Cal, juntando-se a ele na guerra para proteger o país. Duas coisas acontecem durante o evento: Mare descobre que o tal garoto que a ajudou conseguir o emprego na verdade é o Príncipe Cal e que ela tem poderes de “Prateado”.

Um “Vermelho” ter poderes de “Prateado” é algo inédito e todos os presentes mal conseguem acreditar quando veem Mare produzindo raios de eletricidade no meio da arena. Rapidamente o rei e a rainha de Norta tentam controlar a situação da melhor maneira, que obviamente é a que irá colocar Mare naquele mundo podre da elite “Prateado” para sustentar uma mentira.

Controlando os dedos para não dar mais spoiler nessa resenha, posso dizer que A Rainha Vermelha é claramente inspirado em diversos livros, mas tem sua própria identidade como história. Além de A Seleção, notei também uma referência a Jogos Vorazes com a semelhança entre Mare e Katniss. As duas têm personalidades bem fortes e são decididas apesar de estarem em um mundo que pessoas poderosas querem manipula-las. Inclusive, Mare é chamada de “garotinha elétrica” por causa de seu poder e na hora eu pensei em como Katniss é chamada de Garota Em Chamas.

Outra semelhança entre as duas é que Mare não precisa de um romance para ter importância na história, um dos pontos positivos no livro. Mare pode até ter seu príncipe prometido (o irmão mais novo de Cal, Maven) mas a autora pouco explorou o romance ou criou um triangulo amoroso que é massivamente relatado nas distopias jovem-adulto. Mais importante que estar entre dois garotos disposto a esquecer os laços sanguíneos por causa dela, é a verdadeira luta que cada personagem tem dentro daquele mundo.

E por último eu senti uma coisa meio Game of Thrones, umas vibe Cersei vindo da Rainha Elara. Mas não vou dizer muito para não estragar o livro ao revelar coisas importantes para desenrolar a trama, esse que me surpreendeu no grande plot twist que ocorre.

A Rainha Vermelha me deixou realmente satisfeita, pois eu senti que a autora não subestimou a capacidade intelectual do leitor ao encher linguiça com romance. O primeiro livro apresentou bem esse novo mundo e os personagens envolvidos, dando um nó na minha cabeça quando é revelado quem é o verdadeiro vilão dessa história. Tem a parte política que falou em A Seleção, tem uma personagem principal sem frescura e terminou da maneira que eu gosto: me deixando querendo logo saber o que vai acontecer.

Dá pra colocar o manuscrito de A Rainha Vermelha 2 na minha mesa amanhã, Victoria?

[Lançamento] Na porta ao lado, Luiza Trigo

 

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Que a Luly já estava escrevendo um novo livro para este ano, todo mundo que a acompanha já sabia. Quando ajudei com o evento da Nana Pauvolih em Abril, tive a confirmação do pessoal da Rocco que o novo livro da Luly sairia em uma data próxima da Bienal Internacional do Rio de Janeiro. Se eu já estava feliz? Claro! Mas aí um belo dia a própria vem falar comigo elogiando a resenha que fiz de “Meus 15 anos” que postei aqui no blog – você pode ler clicando aqui – e me informa que o livro saí no inicio de Julho! Pirei pouco né?

Amo ler de tudo um pouco e já agradeci a Luly por trabalhar com o gênero infanto juvenil e juvenil tão bem. Gosto tanto do livro que o citei em alguns vídeos também. Já conferiu o Top 4 Nacionais de 2014 ? Clica em cima de cada título e confere! 😉 Ela já avisou que vai fazer turnê, que vai vir aqui para Recife no mês de julho e mais empolgada, impossível!

Um pouquinho mais sobre o livro:

Sinopse oficial: Na porta ao lado retoma as personagens de Meus 15 anos – as amigas Bia, Carol, Amanda, Pri e Roberta – e gira em torno das aventuras e desventuras de Carol, que começa o novo ano na escola tendo que encarar não só o casamento de sua mãe e uma mudança de casa, mas também o padrasto como professor e o filho dele como colega de turma. Parece muito azar para uma garota só! Mas muitas outras surpresas aguardam a protagonista, suas amigas e os leitores ao longo dessa história feita de descobertas, amores, sonhos, desilusões, alegrias, decepções e amadurecimento, como a vida de todo adolescente.

Gente, já estou imaginando o quão gostosa vai ser essa leitura. E o melhor, A Carol é louca por listas! Igual a quem? rsrsrsrs Sou a louca das listinhas também! Qualquer dia posto uma foto do meu desktop e da parede do meu escritório… Fora que algumas das listas também tenho no celular. Será que a compulsão por listas dela é parecida com a minha? rsrs Vou rir um bocado, viu?

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Diretamente do Blog da LulyNa Porta Ao Lado é um spin-off de Meus 15 Anos. Agora é a vez da Carol, uma das melhores amigas da Bia, virar o centro das atenções. A Carol tem mania de fazer listas. Escreve sobre tudo: livros favoritos, melhores momentos das férias, músicas prediletas, frustrações… Mas nunca pensou que registraria em suas listas novidades tão surpreendentes: o casamento de sua mãe com o namorado; a mudança da casa onde viveu por 15 anos e guardava as memórias do pai; a vida sob o mesmo teto que o padrasto e seu filho insuportável. Gente, total inferno! Mas a Carol conta com o apoio das suas quatro amigas – Bia, Pri, Amanda e Beta –, com as quais pode desabafar e se divertir. Vocês bem sabem como elas são boas nisso, né?! E se o clima em casa está ruim, ainda bem que na escola não acontece o mesmo, principalmente depois da chegada de um novo aluno que irá mexer com o seu coração.

E aí? Curtiram? Bem, enquanto o livro não chega, vocês podem conferir os dois primeiros capítulos gratuitamente! Basta clicar aqui e mandar ver!

Luly, estamos contando os dias para seu novo lançamento!

 

Xoxo

[Resenha] 5 Temporada de GOT

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Deixa eu ser sincera com vocês: esta foi a temporada mais fraca de todas para mim. E aproveitando a dose de sinceridade, por mais que os produtores avisassem que nesta temporada já estariam caminhando por si só na hora de escrever o rumo da história, não foi bem assim que aconteceu na prática.

Sim, é difícil para mim separar o universo dos livros do universo da série e isso só vai ser colocado 100% em pratica durante a próxima temporada, onde eles vão inventar as situações e se inspirar dentro do que já sabem e os fãs nem tão cedo devem ter ideia.  Se estou empolgada para ver a sexta temporada da série, sim eu estou. Mas também estou morrendo de medo do que vem por aí. Afinal, agora sim vai ser totalmente por conta e risco da HBO.

“Ah, mas então a temporada só foi ruim por não seguir os livros?”

Claro que não. Mesmo que as temporadas passadas tenham sido mais próximas ao material base, todas elas tiveram diferenças e gafes. Sim, gafes. Ou você realmente acha que o estupro de Sansa foi outra coisa? Extremamente desnecessário, mas não é o assunto deste momento. É obvio que adaptar algo para outra mídia dá um grande trabalho e com um tempo curto – 10 horas por temporada, em média – é preciso que os roteiristas saibam resumir bem a história. Saber dosar o que precisa ser passado sem que se perca a essência da história.

E é ai que vem a minha maior chateação nessa temporada. Independente de terem mudado fatos do livro ou não, os roteiros dos episódios dessa temporada, em geral, estavam bem pobres. O que mais pesou para mim foi insistirem em mostrar tantos núcleos por episódio. Cortes bruscos, cenas desnecessárias. E o exemplo mais claro que posso fazer uso é o núcleo de Dorne. Pensa aí um pouquinho comigo: que diferença fez mostrar as cenas em Dorne? Sinceramente foi uma encheção de linguiça sem tamanho. O personagem tarado, sendo mostrado como tarado. A viuva vingativa sendo vingativa. Picuinhas familiares sendo resolvidas durante o chá da tarde. Pelo amor de de Deus, né? Esse é apenas um dos exemplos. Achei uma grande perda de tempo e um investimento nada válido. E a parte que teve o roteiro mais pobre e mal aproveitado de todos foram nessas cenas.

Ainda sobre o excesso de núcleos por capítulo, o episódio que teve menos núcleos nessa temporada foi o melhor, ou seja, o 8. E sim, para mim este foi o grande episódio da temporada. Eles ousaram e mostraram muito mais para todos – quem leu e quem não leu os livros – surpreenderam a todos com cenas incríveis e bem aproveitadas. O episódio mais bem aproveitado da temporada, o que mostra que quando realmente estão focados, a coisa flui verdadeiramente.

Sinceramente, só parece ser isso. Foco. Faltou um pouco de foco para balancear bem os episódios e os acontecimentos. Talvez pelo fato de saberem muito mais que o publico que os assiste faça com que nem sempre tomem as melhores decisões na hora de escrever e desenvolver a história.

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Claro que, mesmo sendo a temporada mais fraca para mim até então, tivemos algumas cenas muito bem construídas. Além do ataque dos WW, tivemos a incrível cena da Arena. Vi muita gente reclamando que Drogon não estava bem feito, mas pessoalmente não achei. Ainda mais lembrando como eles vem investindo cada vez mais nos efeitos especiais a cada temporada. Dany rainha voando em seu Dragão… foi uma cena memorável. E enquanto alguns personagens foram mostrados apenas como mais do mesmo, também tivemos a evolução de alguns deles. As cenas de Arya, todas muito boas. Nesta temporada tivemos um arco mais bem delineado para ela. Tyrion, como sempre, roubando a cena. E isso no lugar de me alegrar, só me irrita. haha Qual o problema de construir ou mostrar um arco descente para todos os núcleos e personagens? Qual a vantagem de correr tanto com a série? E, já que é para encher linguiça, que tal dosar bem?

Me pareceu que perderam o controle. E sinceramente, por mais que a brutalidade exista nos livros e a gente possa até contorná-la usando a nossa imaginação e não saindo totalmente de nossa zona de conforto, não existe outra justificativa a não ser a batissismo vontade de chocar o espectador. Como conheço o trabalho do Martin via os livros isso me decepciona duplamente. Primeiro por eles usarem cenas chocantes apenas para gerar o buzz e em segundo, como leitora, por eles mostrarem que não conhecem tão bem o material que estão trabalhando. Infelizmente que leu tem que lavar as mãos quando assiste a série, mas isso não significa que temos que ficar satisfeitos com a exploração de recursos de narrativa baratos e misóginos que ocorrerem ao longo da série. Triste saber que pelo fato da Sophie ter completado 18 anos já era de se esperar que ocorresse alguma cena que explorasse seu corpo. Ou que tivéssemos que ver um pai que estava se aproximando da filha, se mostrando amoroso, do nada queimar sua filha e única herdeira para o legado que pretendia deixar por ser um pau mandado sem tamanho. Em uma temporada anterior teria sido muito mais acreditável. Nesta foi apenas estúpido. Mais violência gratuita. A construção daquele episódio, por sinal, foi uma sequência de narrativa.

Por mais que Martin queira retratar mortes, politica, politicagem, fantasia, e violência, acredito que a série já teve melhores condições de amarrar todos esses importantes pontos. E não. Não é por ter todos elementos na série de livros que elas são usadas de maneira tão barata. Quem leu bem sabe.

Game of Thrones/ Balada de Gelo e Fogo¹ tem um excelente material base para trabalhar. Mas agora que vão escrever fanfic, como leitora avida do gênero de ficção de fã, espero de verdade ver algo bacana. Estou apreensiva, mas torço de verdade que saibam conduzir melhor a série. Que possam amarrar melhor as possibilidades que criaram, afinal, com apenas 10 episódios, enrolar o espectador não é uma opção para as concorrentes que inclusive também são apresentadas pelo canal.

XoXo

¹Realmente acho muito mais legal Balada de gelo e fogo no lugar de Crônicas. Acredito que funciona muito melhor para o universo fantástico.
 

Como Doar Cabelo (CABELEGRIA)

A ONG Cabelegria está desde 2013 arrecadando mechas de cabelo para fazer perucas e doar a mulheres e crianças em tratamento de câncer.

Para doar basta você prender seu cabelo na altura do tamanho de 20 cm (que dá mais ou menos um palmo), prender com um elástico e cortar o rabo de cavalo. Depois você coloca o cabelo preso em um saco, embala e manda para o Cabelegria no endereço:

Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33
Vila Nova Cachoeirinha – São Paulo – SP
CEP: 02611-001

Eles aceitam qualquer tipo de cabelo, mesmo com química. Em mais ou menos um mês eles disponibilizam no site o certificado de doação em seu nome. O meu certificado da primeira vez que doei é esse:

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Pelo InstagramFacebook vocês acompanham as doações e perucas já entregues. Projetos como o Cabelegria dão ainda mais certeza de que existem pessoas boas no mundo e dispostas a ajudar os outros de alguma forma, então faça parte dessa campanha legal e desapega do seu cabelão para ajudar essas pessoas.

Beijos 🙂