Resenha – Persépolis

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ISBN: 9788535911626

Ano: 2007

Páginas: 352

Língua: Português

Editora: Cia das Letras

Preço Médio: 40,00

Sinopse: Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita – apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa.
Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares.
Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama – e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

Se tem um gênero que eu curto, mas venho lendo pouco é o de Biografia. Geralmente não leio auto biografias, afinal podem acabar contando apenas parte da história daquela pessoa ou em alguns casos, ser uma leitura um tanto desagradável por conta do ego da pessoa em questão.

Persépolis conseguiu me mostrar que uma auto biografia pode sim ser bem escrita, ser humana e rica em detalhes que nem sempre são agradáveis para o dono da história. Estava louca para ler, mas como uma Graphic Novel, ela se divide em 4 volumes e sempre era uma complicação danada para encontrar os 4 de uma vez. Acabou que foi um dos presentes que ganhei de natal do meu marido e quando me dediquei a leitura daquelas páginas me vi fascinada.

A melhor maneira que posso descrever a experiencia é que a leitura é atemporal e humana. Uma experiencia rica em detalhes não só de sua protagonista, mas das historias que ocorrem ao seu redor.

Ri, chorei, ri de novo, me choquei. Me vi extremamente próxima de uma realidade que me sentia distante, só vendo o que a mídia transmite. A história e os traços se completam. As piadas, o sarcasmo. O feminismo. A autonomia.

Quem já leu minhas resenhas ou acompanha a gente no canal sabe que não gosto de dar spoilers e que sou apaixonada por personagens extremamente humanos e fico feliz em Marjane não só ter nos dado a oportunidade de conhecer a sua historia incrível como não nos privou das partes ruins. Suas burradas, suas experiencias, suas diferenças com os demais. Suas lutas, suas dores, seus relacionamentos…

Persépolis é história viva e um dos livros que com toda certeza guardarem em meu TOP Livros favoritos. E Falando em TOP livros favoritos, o citei na minha lista de 5 livros favoritos não YA.

Espero que tenham curtido a resenha e que possam ler essa GN maravilhosa o quanto antes! ☺

 

XoXo

Casamento estilo Jogos Vorazes #2DBrides

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Sim. É possível a gente mesclar elementos de filmes e livros que amamos nessa celebração linda. No último post comentei sobre um casamento estilo princesa, ou seja, um tipo de casamento que é mais comum entre as noivinhas. Mas que tal ousar um pouco mais? Com as sugestões que vou colocar aqui no post, além de um casamento lindo, rustico e romântico, vocês vão ver como é simples utilizar elementos da série sem que o casamento acabe com um ar cafona do povo estranho do Capitol.

Antes de mais nada a paleta de cores. Essas duas sugestões caem super bem para um casamento mais rustico, boho, ou como a gente costuma falar por aqui, hippie chique.

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O vestido da Katniss no filme foi assinado por  Trish Summerville. Claro que teve aquele toque exagerado, mas o modelo se simples, agrada muitas noivas por aí viu? E dá para seguir um estilo similar também.

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Agora falando do evento em si, existem muitas sugestões, algumas até mais para o estilo do Capitol, mas sinceramente, não achei nenhuma delas realmente romântica como o evento pede.

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O mais legal desses editoriais é que você não vê nada de realmente inovador ou absurdamente diferente. É tudo simples. São toques delicados. A trança no cabelo, flores feitas com páginas de livros, tordos pela decoração… Até mesmo o arranjo de cabelo que imita uma coroa estilo a que Katniss ganha. Tudo bem sutil e sem deixar de ter cara de casamento e sem deixar de mostrar de onde veio a inspiração. E o mais legal é que por mais que se trate de um casamento, tudo está bem simples, o que seria a cara da Katniss. Ela cresceu em um distrito pobre então não concorda com as extravagancias do Capitol. Achei esses editoriais bem afinados com a proposta do livro. E o trabalho dos bolos? Digno do padeiro queridinho da galera né?

 

E aí? Curtiu? Conhece alguém muito fã de Jogos Vorazes? Compartilha esse post com ela. 😉

 

XoXo

Confissões de um bibliófilo – #2db

Viciadas em livros? QUEM? ME DIZ QUEM? kkkk Yara, obrigada por nos taggear!!! Jeu não me mata! A foto é velha, mas o amor continua o mesmo. Fora que a gente vive entre um mar de livros no dia-dia né? ;P

Perguntinhas:

1. Qual é o gênero de literatura que você se mantém longe?
2. Qual livro você tem na estante e tem vergonha de não ter lido?
3. Qual é o seu pior hábito enquanto leitor (a)?
4. Você costuma ler a sinopse antes de ler o livro?
5. Qual o livro mais caro da sua estante?
6. Você compra livros usados/em sebos?
7. Qual é a sua livraria física preferida?
8. Qual é a sua livraria online preferida?
9. Você tem um orçamento mensal para comprar livros?
10. Quem você tagueia?

Curtiu? Não esqueça de responder também!

XoXo

Resenha: A Mais Pura Verdade – Dan Gemeinhart

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ISBN 9788581636337

Ano: 2015

Páginas: 225

Língua: Português

Editora: Novo Conceito

Preço Médio: 16,90

Sinopse: A Mais Pura Verdade – Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Não poderia existir título mais apropriado para esse livro do que “A Mais Pura Verdade”. Sabe aquela frase/meme “só li verdades” que a galera da internet usa? É exatamente isso que senti ao ler o livro de Dan Gemeinhart: verdades, apenas isso. É a história nua e crua sobre um garoto que sabia que iria morrer e queria ter seus últimos momentos da forma que ele desejou.

Mark decidiu fugir de casa com seu cachorro Beau como qualquer garoto de sua idade faria. A diferença é que Mark está doente e ele precisava realizar seu grande desejo; chegar ao topo do Monte Rainier. Para isso, ele juntou dinheiro, se armou com sua câmera fotográfica e caderno e seguiu na companhia do seu melhor amigo de quatro patas até o destino desejado. Obviamente sua família fica desesperada e sua melhor amiga, Jess, é a única que sabe para onde ele foi ao descobrir o bilhete que Mark deixou antes de partir. Mas Jess sabe também o motivo de ele ter ido para o monte e se vê em um dilema: deixar ou não o amigo realizar esse desejo?

O livro mexe com você em diversos aspectos. Primeiro você se ver com pena de Mark por saber de sua doença e vê-lo passar por todos aqueles problemas em sua jornada. Ao mesmo tempo eu fiquei com o coração na mão por causa de sua família desesperada para encontra-lo logo já que Mark precisa continuar com o tratamento. Fiquei dividido entre querer que Mark volte para casa e fiquei bem e que ele continua sua jornada para realizar aquele desejo. Nessa história, não existe um caminho certo e adequado, o que só torna a experiência de lê-la ainda mais sofrível.

Mas, sem dúvida alguma, a melhor parte da história é a relação de Mark com Beau. Só que tem um cachorro ou animal de estimação de qualquer tipo entende esse amor doido que sentimos por esses bichinhos e como eles são as criaturas mais fieis do universo. Beau não sai do lado de Mark em situação nenhuma, nem mesmo as perigosas, e em dado momento do livro eu soltei um grito de desespero achando que o autor iria sacanear a aquela altura da história. E mesmo se tivesse acontecido o pior, serviria para provar que Beau iria até o final com o Mark e que não existiria ninguém do mundo capaz de se sacrificar daquela forma pelo melhor amigo.

Além da companhia de Beau, Mark tem a sorte de cruzar o caminho de pessoas incríveis que irão ajuda-lo a chegar ao destino final e todos esses encontros ele registra com sua câmera fotográfica e anota em seu diário em forma de poemas haicais, que é a forma que ele e Jess se comunicam. Temos também flashbacks mostrando o desenvolvimento da doença, o tempo que Mark sofreu, pensou estar curado e teve recaídas. Tudo isso para reforçar a ideia: devo ou não torcer para que ele alcance seu objetivo, por mais que seja perigoso em diversos aspectos?

Me deliciei com essa leitura em uma tarde chuvosa, mal vendo o tempo passar conforme sofria página após página. No final eu estava tão tensa com tudo que me frustrei um pouco com a escolha do autor para “encerrar” a história de Mark. Novamente, e sem querer dar spoiler, você fica dividido entre o desejo de Mark e o desejo de sua família. Por mais que exista o certo e o errado baseado na natureza humana de querer o bem sempre, afinal você não deseja que o personagem principal de um livro se ferre quando você se apega a ele, ainda assim um final diferente iria me deixar feliz. Não “feliz” propriamente dizendo, mas satisfeita. O livro não se chama “A Mais Pura Verdade”? Então… A verdade às vezes não é a melhor opção, mas sim a realidade e era ela que eu estava esperando.

Talvez minha verdade seja diferente da verdade do autor, enfim. O que devo repetir é que a história de Dan Gemeinhart vai mexer com você de uma forma intensa, mas rápida, e logo você estará envolvido de uma forma doida. E como aconteceu comigo, não vai nem perceber quando final chegar e Mark (e Beau, claro) já tiver marcado sua vida.

Beijos

Tag Mãe e Filha – Jeu #2DB

Perguntas:

01. Como eu era quando criança?
02. O que você acha dos meus vídeos?
03. Fale uma coisa engraçada que eu fiz quando eu era mais jovem;
04. Você aprendeu alguma coisa sobre maquiagem/beleza comigo?
05. Diga um hábito estranho meu;
06. Se você tivesse que mudar o meu nome, qual seria?
07. Quando nós saímos para comer o que eu sempre peço?
08. Diga uma coisa que você gostaria que eu fizesse;
09. O que eu faço que mais te incomoda?
10. Diga uma coisa pela qual eu sou obcecada.

Feliz Dia das Mães!

Beijos 🙂

Resenha: The Enticement, Tara Sue Me (Série A Submissa #4)

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Sinopse: Limites foram feitos para ser ultrapassados.

Abby West tem tudo o que sempre quis: uma família, uma carreira em crescimento e um marido sexy e dominante que realiza  todos os seus desejos e necessidades. Mas enquanto sua vida fora do quarto começa a tornar agitada, os comandos de seu Mestre começam a se tornar mais extremos quando estão entre quatro paredes. Abby não compreende muito bem a necessidade excessiva de controle de Nathaniel, mas não consegue negar a maneira deliciosa que seu corpo reage a estas demandas. 

Entre a relutância de Abby e os comandos inflexíveis de Nathaniel, o delicado balanço entre o poder do relacionamento D/s ameaça mudar. Quando uma grande tensão se mescla com um forte desejo, eles vão ter que encontrar o equilíbrio para que o que construíram não se quebre. 

Quando a Tara Sue Me anunciou que a Trilogia de A Submissa na verdade seria uma série eu quase surtei. Quem acompanha o blog e o nosso canal, ou simplesmente me conhece sabe como sou fã do seu trabalho e completamente apaixonada pelo casal.

Mas aí, cerca de uma semana antes do lançamento de The Enticement, ela explicou o motivo de dar continuidade a história dos dois: A vida de um casal não acaba com o casamento, apenas começa. Obviamente não pude deixar de concordar com ela. Quem é casada(o) ou mora junto a gente bem sabe. Fora que a maioria dos livros e séries acabam justamente quando os personagens se casam. É como se juntar as escovas de dentes fechasse suas histórias com chave de ouro. Não é assim na vida real e também não é assim nos livros da Tara.

E é este o cenário que temos neste 4 volume da série. Abby e Nate estão casados, já tem dois filhos. Ele continua tocando sua empresa e ela, depois de se realizar profissionalmente com seus projetos na biblioteca, resolve se dedicar a família.

As mudanças na rotina, os cuidados redobrados de continuarem mantendo tudo sempre balanceado é complicado para qualquer casal, e mais uma vez eu adoro como a Tara demonstra isso com simplicidade e sem dramas. Melhor ainda, como ela demonstra que amadureceu sua escrita junto com a história dos dois.

Obviamente nem tudo são flores. E o que ambos sentem mais falta é de ter tempo para se dedicarem a sua vida de Dominante e Submissa. Lembro de um capítulo extra que ela escreveu anos atrás e colocou para ser comprado durante uma campanha de arrecadação de fundos para doação onde o casal ainda não tinha tido filhos, mas estava disposto a levar o jogo mais à diante. Neste capítulo tinham elementos que depois seriam incorporados na Novella The Challet, que conta a história do casamento e claro, foca na lua de mel dos dois, e de serem Submissa e Dominante por uma semana inteira. Foi um capítulo onde o amor dos dois transbordou, mesmo com as pequenas dificuldades que tiveram, mas ainda assim, era curto demais para mostrar tudo o que ocorre no livro.

Como comentei da maturidade da escrita da Tara estar ligada ao amadurecimento do casal, se permita aproveitar uma leitura que vai te tirar da zona de conforto. Bem, ao menos a minha e de algumas conhecidas, ela conseguiu fazer a mágica acontecer.

A Tara explora elementos novos. No lugar da Abby continuar escrevendo em seu diário, ela agora tem um blog que está fazendo sucesso. Lá ela compartilha sobre sua vida e suas experiências como submissa e esposa, algo que é relativamente comum nos dias de hoje. O Tumblr mesmo é cheio de blogs com mulheres que compartilham o seu dia-dia. A diferença é que o blog de Abby começa a se tornar extremamente conhecido e ela recebe uma proposta que nem mesmo Nate permitiria que ela negasse. Mas até que ponto a sua dedicação ao blog vai ser saudável?

Me vi louca para ler os posts escritos pela Abby! Especialmente de algumas cenas que ocorrem no decorrer do livro.

Ainda sobre elementos novos, vamos ver os dois jogando por uma semana inteira. Já tem algum tempo desde que tiveram a oportunidade de jogar por um longo período. Por mais apelativo que pareça, também pode ser perigoso para a relação dos dois. Esta semana está recheada com boas conversas, com antecipação. Com cenas quentes e também totalmente diferentes do que esperava.

São cenas tão bem construídas que confesso que no início da leitura me senti um pouco constrangida. Isso não é algo que costuma acontecer. Mas não foi um constrangimento ruim, foi mais para um frio na barriga por não saber exatamente como aquilo iria acabar. São cenas tão bem pensadas e executadas que logo me vi querendo ler mais. Querendo saber até onde seriam capaz de ir. Mas uma vez senti como Voyer vendo a relação dos dois dar mais um passo, mas dessa vez fui pega completamente desprevenida. E amei cada pedacinho disso.

Se prepare para uma montanha russa de emoções durante a leitura. Existe o casal amoroso, os pais e amigos carinhosos e o Dominante provocando os limites de sua Submissa. Momentos de tensão, de ciúmes e de medo. E é isso que me faz amar tanto este casal. Não são perfeitos, mas estão sempre se esforçando para encontrar o equilíbrio. Existe também o Dominante e a Submissa que ajudam casais como foram ajudados. Adorei saber que mesmo eles não sendo perfeitos e estando cientes disso possam ajudar outros casais.

E falando em casais, se você ainda não leu Seduced by Fire, pelo amor de meu santo Deus, leia ele primeiro. Foi uma surpresa maravilhosa quando vi que os personagens das duas séries se mesclaram neste momento tão importante do relacionamento de Abby e Nate. Caso queira ver a resenha que fiz em vídeo para o Seduced By Fire, é só clicar aqui. 

Por mim a Tara jamais iria parar de escrever sobre os dois. Mesmo tendo me apaixonado por Julie e Daniel, casal de Seduced by Fire, o primeiro livro da série Partners in Play, fiquei extremamente intrigada e torcendo DEMAIS por Jeff e Dena.

Vou encerrar por aqui, fazendo questão de dizer que o último paragrafo do último capítulo é um dos mais lindos e que traduzem bem o relacionamento dos dois, em todos os sentidos. Recomendando demais que todos leiam os livros da Tara. E que este volume, em especial, prova que quando um autor prolonga seu relacionamento com seus personagens, não significa que vamos ler apenas mais do mesmo. Neste caso, os leitores foram privilegiados mais uma vez com muito, muito mais.

 

XoXo

 

Resenha – A Herdeira, Kiera Cass

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ISBN: 9788565765657

Ano: 2015

Páginas: 390

Língua: Português

Editora: Seguinte

Preço médio: R$ 25,00

Sinopse: Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente.

Mas, assim que a competição começa a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.

 

Sim! Dia 5 de Maio foi um dia aguardado por muita gente do mundo todo. Finalmente! Finalmente a gente conseguiu ler A Herdeira e saber o que a Kiera Cass estava planejando para esta continuação da Série.

Não muito diferente de uma grande maioria dos fãs da série, eu não só fiquei louca quando descobri que América e Maxon tiveram gêmeos, mas ve vi louca por saber que na verdade eles tiveram 4 filhos.

A Seleção é o tipo de série gostosa de ler. Tem romance, tem um mimimi de leve, tem um ritmo gostoso que não te faz querer largar o livro até que o termine. Mas, não me matem, eu fico bem broxada que a parte politica da história seja tão mal construída. Ou melhor, na verdade, tão mal aproveitada.
Mas aí eu lembro que não faço parte da parcela/público alvo (sim, tô mais pra tia que tudo #tiaveiafacs) e relevo de boa. Isso não deu pra fazer com o 4 livro da série, que se passa 20 anos depois de Maxon e América finalmente dizerem sim um ao outro. Ou rola A seleção, ou rola catastrofe. Então tá, né? Não que isso realmente justifique, afinal, adolescentes são muito capazes de aprender e dialogar sobre politica, mas enfim… Outra coisa que me incomodou um pouco foi a América. Quero dizer, essa América adulta não se parece muito com a América que se casou com o Maxon. Sim, claro, pessoas crescem, amadurece, evoluem. Ela agora é uma mãe de quatro filhos e uma rainha muito amada pelo seu povo. Mas não vi muitos traços de sua personalidade. Maxon continua com o mesmo ar, mesmo sendo um pai e um rei super responsável, mas não consegui identificar a América da mesma forma. E mesmo a protagonista sendo sua filha, ela me pareceu uma personagem tão distante…

Eadlyn carrega uma enorme responsabilidade nas costas. Ela não é apenas a princesa, ela é a futura rainha. Nascendo 7 minutos antes de seu irmão, apesar de reconhecer que ser uma princesa e futura rainha tem vários benefícios, desde muito nova ela se vê em uma posição diferente de seu irmão por conta das responsabilidades que precisa ter.
Ela quem acorda cedo e discute sobre política, sobre estratégias, sobre orçamentos… Ela quem tem que entender tudo, quem tem que aprender a tomar as grandes decisões para governar para seu povo. Adorei ver uma garota que apesar de sua dose de mimimi é esforçada, que sabe que precisa dar o seu melhor, que compreende sua responsabilidade e melhor ainda: Que sabe que não precisa de um homem ao seu lado para ser uma boa rainha. Achei isso ótimo, especialmente se formos levar em consideração a quantidade de garotas super novinhas que vão ler o livro e vão se espelhar nas atitudes da personagem.

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Eu imaginei que A Seleção acabasse sendo mantida, mas é justamente o argumento usado para que ela comece que já me chateoou um pouco. Quando li essa parte em questão soltei um comentário “ih que paia.” E uma mulher que estava ao meu lado riu, provavelmente por imaginar que eu estava falando sozinha. Sorte a minha que Eadlyn sabe como negociar com seu pai e já que desde muito nova o acordo é que seria ela se casar apenas com alguém que se apaixonasse, ela não promete nada. Mais um ponto para ela!

O irmão da Eadlyn é uma figura à parte. Aparece pouco, seus outros irmãos menos ainda. E com toda certeza vai te fazer ter várias reações diferentes, digamos assim.

Quando A Seleção começa, sinceramente me senti lendo um pouco mais do mesmo. Não que tenha sido ruim, na verdade foi divertido ver por este novo ponto de vista. O melhor sem dúvida alguma foi acompanhar os questionamentos da protagonista e ver que não existe em destaque um forte candidato. Sinceramente, existem umas quatro ou cinco possibilidades que podem ser levadas em conta. Tem um deles que estou inclinada a querer criar torcida, mas não sei se devo… Acho que ainda é muito cedo para esse tipo de comprometimento rsrsrsrs

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Já o final do livro… bom, já era de se esperar que teria mais um livro, não é mesmo? A leitura foi divertida e leve, mas o final… ah, o final! Quando você terminar de ler, ou caso leia este posta já tenha terminado, me diz aí: o que você achou? Quem me acompanha no meu twitter pessoal sabe que fiquei bem… #vouxingarmuitonotwitter rsrsrsrsrs Agora nos resta sentar, deitar e esperar pelo próximo volume da série para ver no que vai dar. Estou bem curiosa.

Ah! No dia 16/05 vai ter encontro de fãs para o lançamento de A Herdeira tanto em Recife quanto em Salvador! Confirme sua presença e venha bagunçar com a gente!!!

Link do evento em Recife: https://www.facebook.com/events/1594721244110170/

Link do evento em Salvador: https://www.facebook.com/events/433877286786269/

XoXo

Tag Viciada em Filmes – Mi #2DB

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Como comentei lá no youtube, tentei mesmo ver entre alguns dvds aqui de casa que filmes eu poderia citar fugindo do que já falei ( ou muito falo ) lá no canal. Essa tag foi ótima, afinal, só assim para eu tirar meus dvds das caixas. Desde que me mudei estavam quase todos empacotados ainda. Uma vergonha kkkkkkk. Clica no play e confere o vídeo. 😉

As perguntinhas:

1. Qual foi o último filme que você assistiu?
2. Um filme que quer muito ver?
3. Um filme para chorar?
4. Um filme para rir?
5. Um suspense?
6. Um filme para ver com a família?
7. Um romance?
8. Um filme lindo?
9. Um filme para morrer de medo?
10. Um filme de ação?
11. Um filme que não vale a pena?
12. Um filme para o feriado?
13. Um desenho animado?
14. Um filme que todo mundo tem que ver?
15. Um filme que você assistiu 3 ou + vezes?
16. Um filme para meninas?

 

Também tageei alguns canais e aqui no blog vou tagear dois blogs!

O Feed Your Head – Pri, segura que é teu, rs

Blog Harlan Coben Brasil – Yara, não deixe de responder também enh?

Top 5 Casamentos em Séries de TV #2DBrides

Que a gente ama séries de TV isso não é novidade. Entrando no clima de Maio, mês das noivas e do #2DBrides selecionei 5 Casamentos em Séries de TV. Alguns foram escolhidos pelo romantismo, outros pelo diferencial, mas todos fazem partes das minhas séries favoritas <3

Monica e Chandler (Friends) 

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Não dá pra falar de séries de TV sem citar a minha favorita da vida toda: FRIENDS. O casamento de Monica e Chandler é um dos episódios mais legais por vários motivos. Quem acompanhou a série sabe como Monica era doida para casar um dia e Chandler tinha medo de relacionamentos, mas os dois descobriram que eram mais que amigos e se casaram em uma cerimônia super especial.

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Além do mais, é nos dois episódios do casamento que descobrimos a gravidez de Rachel <3 Fãs de Friends vão lembrar eternamente desse final de temporada incrível.

Episódio do Casamento: 7×23/24 “The One With Monica and Chandler’s Wedding”

Blair (Gossip Girl) 

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Blair “casou” não só uma, mas duas vezes em Gossip Girl. Ok, a primeira não conta porque ela fugiu do casamento, mas se teve vestido vai ser citado aqui.

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Ela quase casou a primeira vez com o Príncipe Louis de Mônaco e usou um vestido Monique Lhuillier bem clássico feito de renda e teve até tiara de diamantes. Mas infelizmente não foi dessa vez que Blair disse “sim”. O “I do” veio no final da série, quando ela e Chuck casaram em uma cerimônia bem simples no Central Park e a beleza do momento ficou por conta do vestido usado pela noiva.

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Blair casou usando um Elie Saab azul de manga longa simplesmente lindo! Acho que Elie Saab é meu designer de vestidos de gala favorito, acho todos incríveis e ficou desejando cada modelo desfilado nas semanas de moda. Com o vestido de Blair não poderia ser diferente, claro. Inspiração paras as noivas que querem sair do tradicional vestido branco.

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Episódios dos Casamentos: 5×13 “G.G” e 6×10 “New York, I Love You XOXO” 

Emily e Richard 2º Casamento (Gilmore Girls)

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Eu poderia citar o casamento de Sookie com Jackson ou de Lane com Zach para incluir Gilmore Girls nesse post, mas o meu casamento favorito da série foi um re-casamento. Richard e Emily renovaram os votos de casamento em uma segunda cerimônia, com direito a Rory de Padrinho e Lorelai de Madrinha dos pais.

Seria um episódio fofo se não tivesse toda a tensão eterna entre Lorelai e mãe, principalmente quando ela resolve se meter na vida da filha. Mas o momento “awwww” fica por conta de Rory e Logan (ship eterno <3) dando o 1º beijo do casal.

Episódio do Casamento: 5×13 “Wedding Blue Bell” (100º episódio de série)

April e Andy (Parks and Recreation) 

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Agora o casal mais fofo e perfeito da história das séries de TV e o casamento mais inusitado de todos. Andy e April de Parks and Recreation formam o casal que a gente não consegue imaginar separado, do tipo que se completa de uma forma louca. Como Aubrey Plaza (que interpreta April) disse em uma entrevistas: eles são melhores amigos que se amam. Pra quê melhor?

E o casamento deles não poderia ter sido mais “eles”. Andy vestido com uma camisa do Indianapolis Colts (time de futebol americano) e April tentando ao máximo não demonstrar como estava feliz, mas sem conseguir controlar o sorrisinho que só Andy arranca dela.

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“Eu acho que eu meio que odeio a maioria das coisas, mas eu nunca realmente te odiei.” <3

Não foi deslumbrante e nem planejado, mas foi lindo ver April entrar na “igreja” ao som de “April Come She Will” de Simon e Garfunkel.

Episódio do Casamento: 3×09 “Andy and April’s Fancy Party”.

Meredith e Derek (Grey’s Anatomy)

tumblr_nnheg0ZfUn1u9anjfo1_500E vamos falar do casamento mais esperado de Grey’s Anatomy: Meredith e Derek. O sofrimento por esse casal veio desde o 1º episódio e teve momentos que pensei que MerDer não iria pra frente. Mas foi e eles casaram da maneira deles. Ao invés de uma mega festa e um vestido de noiva, eles se casaram no cartório e escreveram os votos em um post-it.

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“Amar um ao outro, mesmo que nos odiarmos. 

Não fugir. Nunca!

Cuidar quando estiver velho, gaga e fedorento.

Isso é para sempre” 

Grey’s já teve tantos casamentos, dos que foram lindos até os que não deram certo antes mesmo de acontecer, que o casamento do grande casal da série tinha que ser o mais diferente possível. Pena que Shonda não tem amor aos fãs e fez questão de acabar com MerDer da pior forma possível. (RIP DEREK).

Episódio do Casamento: 5×24 “Now or Never”

BÔNUS

Julia (Sete Vidas)

ellen-soares-37Ok, novela não é série de TV mas eu estou tão viciada em Sete Vidas que tá pior que meu vício por série. Não perco um capítulo dessa novela linda, incrível, cheia de reviravoltas. Por isso coloquei o casamento de Julia (Isabelle Drummond) na lista como bônus.

Um minuto de silêncio para esse vestido que ela usou. Era um Patrícia Bonaldi com um decote/mangas todo bordado em pérola para dar um tcham no restante do vestido que era simples e elegante. Combinou perfeitamente com o estilo do casamento e da personagem, sendo um dos mais bonitos que já vi na TV brasileira.

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Quando eu casar quero um vestido nesse estilo. Alô PatBo, pode fazer uma poupança e pagar em 50x?

E vocês têm algum casamento de série favorito? Diz aí nos comentários porque nós adoramos não só séries, mas também casamento <3

Beijos 🙂

Casamento estilo Cinderela #2DBrides

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Várias mulheres quando pensam em se casar, logo lembram dos contos de fadas. Vestidos tipo princesa, tiara, valsa romântica… Cinderela é a princesa em destaque este ano, então nada mais justo do que começar os posts de casamentos inspirados no cinema e na literatura com ela. O Filme que entrou em cartaz esse ano fez muita gente sorrir, morrer de fofura e suspirar com as cenas românticas. E o vestido que a prorpia Cinderela aparece na cena de seu casamento dá para ser usado por uma noiva que curta vestidos de ar mais vintage ou, como diria uma amiga minha, estilo princesa comportada.

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Quando vi o vestido surtei. Lembrei na mesma hora da do vestido de noiva da Gracy Kelly quando se casou com o príncipe de Mônaco. Não é igual, claro, mas tem suas semelhanças. A vantagem é que o da Cinderela, apesar de ser armado e de provavelmente também ser pesado, a escolha dos tecidos deixa ele com um ar mais leve. E esse detalhe cheio de flores deixou o vestido ainda mais romântico.

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O vestido da Gracy Kelly ainda é considerado um grande ícone quando se fala de alta costura para noivas. Eu pessoalmente sou apaixonada por ele. É super fechado, mas é deslumbrante.

Mas voltando a Cinderela, como planejar um casamento com tema de conto de fadas sem ser brega? Acredito que uma das coisas que toda noiva e noivo devem saber é descrever seu casamento com poucas palavras ou termos, como romântico e clássico ou rustico e divertido. Quando penso em um casamento baseado nas princesas da Disney, como assessora de eventos me vem logo Conto de fadas moderno em mente. A escolha de cores também é importante – sempre vou postar um pantone e referencias desse pantone nos posts – pois assim você pode definir tudo. Dar uma cara super clássica ao seu casamento ou brincar com os detalhes está mais do que permitido. Olha só essas inspirações.

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Viu só? Tem Cinderela para todo tipo de noiva e que cabe em todo tipo de orçamento. Sou suspeita para falar, pois quando a gente fala de Cinderela, claro que tem que ter detalhes em azul. E quem é a louca do azul aqui no blog? Pois é. kkkkk Para finalizar esse post, uma montagem engraçada envolvendo a nossa Duquesa de Cambridge,  Kate Middleton,  que teve um casamento digno de contos de fadas nos tempos atuais, mas mais pareceu que tudo foi inspirado nesta princesa fofa.

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XoXo e até próximo post do #2DBrides!