Filmes com temas de BDSM

Deixa 50 tons de cinza de lado. Não vamos falar sobre ele. Mas hoje vamos falar sobre 4 filmes que tem como tema o BDSM. Já vale avisar que apesar de gostar muito do livro História de O, nunca assisti o filme. Queria ver com qualidade, mas nunca dei sorte.

Nove e meia semanas de amor

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Sinopse: Elizabeth (Kim Basinger) é uma bela e sexy mulher que trabalha em uma galeria de arte e se envolve com John (Mickey Rourke), um rico homem. Eles se envolvem rapidamente e começam a praticar jogos sexuais cada vez mais intensos, que torna o relacionamento cada vez mais complicado e difícil de ser controlado.

Começando com o meu favorito, o qual na época em que vi, se quer tinha noção do que realmente era BDSM. O filme é baseado em um livro com o mesmo título, que é uma auto biografia e foi um ícone sensual dos anos 80, mesmo sendo um fracasso de bilheteria. Sinceramente o meu favorito por ser extremamente sensual e mostrar uma paixão dessas de tirar o fôlego. As cenas também são super quentes. O jogo de sedução, dominação e submissão é incrível, mesmo sem contratos e acordos detalhados. A química do casal é algo natural. Assisti de novo essa semana. Acho que vou pegar o livro emprestado com minha mãe para reler rsrsrsrs A trilha sonora também é maravilhosa.

 

Secretária

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Sinopse: Após passar algum tempo em um sanatório, Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal) volta para a casa de seus pais pronta para recomeçar sua vida. Ela então faz um curso de secretária e tenta um emprego com E. Edward Grey (James Spader), que tem um escritório de advocacia. Apesar dela nunca antes ter trabalhado Lee é contratada por Grey, que não dá importância para sua falta de experiência. Inicialmente o trabalho parece bem normal e entediante, pois só digita, arquiva e faz café e Lee se esforça para agradar seu chefe e sua mãe, Joan (Lesley Ann Warren), se mostra ansiosa para a filha ser bem sucedida. Lentamente Lee e Grey embarcam em uma relação mais pessoal atrás de portas e cruzam linhas de conduta da sexualidade humana, um caso de amor no qual os papéis de dominação e total submissão ambos desempenham perfeitamente.

Vindo para um filme mais recente, em Secretária, apesar do trailer com um tom cômico, o filme tem uma incrível atmosfera de tensão. Muito colorido, faz muito o uso do tom violeta, que é o tom de sedução. No começo você pode até estranhar, mas vai ver como o casal é feito um para o outro. Pode até ser coincidência, mas o Edward Grey é bem claro com relação ao que espera do acordo deles e também tem uma certa dificuldade para aceitar um relacionamento além dos jogos.

A bela da tarde

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Sinopse: A história de Séverine (Catherine Deneuve), jovem rica e infeliz que procura um discreto bordel para realizar suas fantasias sexuais e conseguir o prazer que seu marido não consegue lhe dar.

Em A Bela da tarde, vamos conhecer uma mulher que não está satisfeita e corre atrás de realizar todas as suas fantasias. Não importa o quão intensa ela possa ser. Pela parte da tarde, ela se prostitui em um bordel de luxo e à noite, quando ela volta para casa é a devotada esposa. Talvez por ser o mais antigo, não seja o mais pesado. Vale lembrar que este não é um filme sobre traição, enh? E sim sobre emancipação feminina. Fora que o filme vale já pela beleza da Deneuve! Gente, sério. Ela está linda demais neste filme.

Juiz SM

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Sinopse: Em 1997, o público belga estava em choque quando o juiz Koen A. foi condenado para a relação S & M com sua esposa. Apesar de sua vida foi destruída pelo veredicto, Koen e sua esposa Magda permanecem juntos até hoje. O filme é uma história sobre a sexualidade escuro e verdadeiro amor, contada a partir do único ponto de vista do amante.

Para terminar, um filme baseado em fatos reais. Esse é meio difícil de encontrar, lembro que assisti pelo youtube com legenda em inglês mesmo. É bem interessante e extremamente belo. Sério, a devoção do marido pela mulher é algo incrível. O amor deles é digno dos romances que a gente tanto lê. Ele está lutando pelo seu casamento, para suprir os desejos de sua esposa. Está descobrindo as diversas formas de amá-la. E o amor desse casal é algo tão forte que até hoje estão juntos. Fora que o que eles fazem em sua vida privada nada tem a ver com seu cargo como Juiz. Talvez, dos três, o com cenas mais fortes, mas vale muito a pena conferir.

Tag: Disney – Jeu

THUMBNAIL TAG DISNEY

Meu amor pela Disney vem desde a infância, quando minha maior preocupação era quantas vezes iria assistir Branca de Neve no mesmo dia. A TAG DISNEY me fez relembrar todos esses momentos maravilhosos que carrego até hoje, por esse é, como diria Buzz Lightyear, ao infinito e além!

Perguntas:
1 – Qual seu filme favorito da Disney?
2 – Quem é o seu herói/protagonista favorito e porquê?
3 – Quem é o seu vilão favorito e porquê?
4 – Um filme da Disney que merecia mais destaque?
5 – Qual é a sua música favorita da Disney?
6 – Qual é a sua frase ou citação favorita da Disney?
7 – Algum filme da Disney já assustou você quando criança?
8 – Uma cena de qualquer filme Disney que você queria ter experimentado?
9 – Uma experiência/momento inesquecível que você teve nos Parques Disney?
10 – Qual foi a primeira vez que você foi à Disney?
11 – Se você pudesse escolher qualquer personagem para ser seu melhor amigo, qual seria?
12 – Quem é sua princesa favorita?
13 – Diga uma cena de algum filme da Disney que sempre te faz chorar?
14 – Qual o primeiro filme da Disney que você viu?
E você, ama a Disney tanto quanto eu?
Beijos

Vlog da Pré de 50 Tons de Cinza + Nossa opinião sobre o filme!

Oi Pessoal! Tudo bom?

E aí? Viu o vlog? Riu com a gente?

Ok, vamos falar sobre 50 Tons de Cinza.

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Não, pessoalmente quem acompanha os vídeos do canal sabe que eu não sou a maior fã, que nem cheguei a ler a trilogia toda mesmo quando ainda era uma fanfic e etc e tal. Fiquei sim bem animada com a ideia do filme. A promoção da Universal por sinal tá de parabéns e vai arrecadar uma boa grana (duvido que role um flop, seria um plot twist DAQUELES!) e filme, no final, foi uma boa surpresa pra mim.

Se eu amei? Não. Eu gostei. Ficou um filme bom. E só. E dava para notar que se a diretora e a roteirista tivessem um pouco mais de liberdade sim, o filme poderia ser bem mais legal.

É aquela coisa, o filme foi feito para essa fatia, o fandom e quem amou os livros, quem gostou dos livros e etc teve uma experiencia igual ou semelhante com o filme. É muito bom quando conseguem adaptar o livro que a gente gosta e o filme se saí bem né? Pena que não morro de amores por 50 tons kkkkk

Mas agora, focando no filme, ou seja, esquecendo que foi uma adaptação, que eu li o livro, li a fanfic, que eu sei que tem muitos elementos de crepúsculo, deixa eu explicar o que eu curti e o que eu não curti do filme. Sim, saiba separar, quando falo do filme, não importa o material base dele. É um exercício que tento fazer a cada nova adaptação: separar as duas mídias e na maioria das vezes é complicado. Especialmente se minha experiencia com o livro foi melhor, o que também não foi o caso aqui.

Separaram? Então vamos lá.

Achei triste e até mesmo pudico que algumas cenas tenham o formato cômico. Algumas cenas simplesmente não funcionaram, fazendo com que você simplesmente não conseguisse levar aquilo à sério e na teoria, uma vez que o filme inteiro é focado na relação dos protagonistas e na tensão construída para saber se os dois, com tantas diferenças vão se acertar. Fora que rir do filme nem sempre é boa coisa. Entendem a diferença? Rir do e rir com são coisas totalmente diferentes.

Aliás, outra coisa muito baixa foi explorar a excessiva nudez da Dakota para evitar a nudez do Jamie. O corpo feminino sempre pode ser explorado e exposto, mas o do homem… Quando questionei sobre isso, li diversos comentários e recebi questionamentos também. Sim, gravaram cenas de sexo, sim, na maioria das vezes as pessoas fazem sem roupas, e não, não é por ser comum que explorem sempre o corpo feminino que eu vou concordar que ok, que bobagem, é apenas mais um filme. Especialmente se é um filme que é voltado para o público feminino.

Ainda nesse embalo, as cenas de sexo não tem nada demais. Foram bem distribuídas ao longo do filme, mas mesmo a que mais me agradou ficou na cara que foi super hiper coreografada. Acredito que tiveram tanto cuidado ao gravar as cenas, que sinceramente ficaram sem sal. Não precisamos ir à extremos como as cenas de Ninfomaníaca do diretor Lars Von Trier, mas como exemplo temos o romântico e indie 9 Canções de Michael Winterbottom, mas faltou o borogodó.

Falando na diretora, talvez ela tenha ficado presa demais ao material base, mas nota-se o esforço. Ela pegou tomadas bem bacanas da troca de olhares, das mordidas de lábios. Brincou com elementos como o lápis, cores. A fotografia é bem bonita e a direção de arte brincou muito bem com os símbolos. Reparou no papel de parede do quarto da submissa? Eu adorei o detalhe da gaiola com um passarinho dentro. Os diversos toques em tons de cinza em tudo. Desde louças, espirais de cadernos, papeis de parede às roupas. Achei super atencioso.

Os cenários também ficaram bacanas. O  playroom ficou belíssimo e milimetricamente planejado e organizado. Também não posso deixar de citar a cena do dialogo deles à beira de um lago. O leve brilho dourado da esperança de que eles podem dar certo, que também está presente na cena pós passeio de avião.

Apesar do roteiro ser desastroso e mostrar o tempo todo que a Ana é como uma daquelas garotas que tentam e se empenham para que aquele namoro dê certo, muitas vezes fazendo coisas que não necessariamente gosta, mas o que está ao seu alcance em nome do relacionamento, as doses doces demais incomodaram um pouco. O Sr Grey tenta, aceita o novo rotulo da namorada, mas ainda a trada como uma conquista. Não preciso mencionar algumas falas… E eles são o foco. Eles são mais que os protagonistas, mesmo com personagens secundários, o filme é com eles. Então o filme se torna excessivamente longo com tantas cenas de drama seguidas por romance meloso. O filme ficou muito arrastado uma vez que se trata só deles e com um plot repetitivo. jogo de conquista – momentos juntos – problemas – jogo de conquista – momentos juntos – problemas…

Do elenco, meus parabéns para a Dakota que carregou o filme nas costas. O brilho bobo no olhar, a esperança, o desejo, o medo. Sobre o trabalho do Jamie… não consegui sentir ele muito à vontade em todas as cenas.

Para fechar não podia deixar de falar da trilha sonora. MARAVILHOSA. Funcionou muito bem durante todo o filme. É daquelas trilhas que você acaba guardando no computador, no celular… ouvir, ouvir e ouvir.

Enfim, é isso. E vc? Já assistiu? O que achou? Abaixo, a opinião da Jeu!

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Acho que a melhor forma de apreciar um filme é indo assistir sem expectativas. Você indo sem esperar que seja muito bom ou muito ruim vai diminuir muito as chances de sair do cinema frustrada e foi exatamente isso que aconteceu com 50 Tons de Cinza. Não foi maravilho, mas putz; podia ter sido muito pior.

O material que tinha para adaptar para as telas do cinema não era o melhor do mundo, porém, o roteirista soube tirar o mimimi que tanto me cansou no primeiro livro e focou no que importava para os fãs, que era o romance. É meloso sim, até demais em algumas cenas, e isso deixou o filme um pouco brega em minha opinião. Diversas vezes me vi gargalhando sem acreditar no que estava vendo. Precisava Ana ser tão virginal daquela forma, falando sussurrando e dar risadinhas igual a uma garotinha de 15 anos? Precisava Sr. Grey beijar os dedos dela para limpá-la depois do café da manhã?

Eu não curto esse tipo de melação, então essa parte realmente não me agradou no filme. Para que ama um romance bem conto de fadas, foi um prato cheio e ficou bem claro que a intenção da diretora era fazer um filme para a mulherada suspirar. Talvez eu seja “homem” nesse aspecto, igual aos que estavam na minha sessão rindo com essas cenas junto comigo e minhas amigas.

Mas, como eu disse no início; podia ter sido pior. Houve melhorias que deixaram o filme assistível como, por exemplo, a personalidade de Ana. Pois é, no filme não é aquela garota irritante de tão sem personalidade que ela é e foi um ponto positivo pra mim. Ela faz piadinhas e bate de frente com o Sr. Grey em diversas situações, a tornando uma personagem mais tragável. Porém, como existe a famosa linha tênue que pode acabar com qualquer roteiro, às vezes eles tentaram mostrar Ana tão “piadista” e garotinha fofinha que veio destruir a carranca de Christina que ela vira a própria piada. Vide a cena que os dois estão dançando Sinatra na sala e ela faz uns passos estranhos para fazê-lo rir. Até agora me perguntou; qual a necessidade daquilo?

Dakota fez bem o papel de Ana Steele, até porque não é uma personagem que exige demais de uma atriz para interpretá-la. Soube ser virginal e tapada como Ana pedia, falou sussurrando boa parte do filme para mostrar a submissão da personagem e quando tentava ser sexy era meio constrangedor. Foi o primeiro trabalho dela que eu conferi, então não dá pra dizer que ela é uma atriz incrível ou péssima.

Já Jamie Dornan, que era minha esperança de salvar esse filme, foi um tanto decepcionante. Depois de conferir sua atuação maravilhosa em The Fall, eu tinha absoluta certeza que ele seria o Sr. Grey perfeito, mas a sensação que eu tive durante o filme todo era que ele estava morrendo de tédio e se esforçando o mínimo possível na atuação. O personagem ficou menos escroto e abusivo no filme, o que deu chance para ele mostrar esse lado mais romântico de Christian. Em algumas cenas ele conseguiu, mas em outras eu ficava pensado “Querido, se esforça. Eu sei que você é melhor que isso”.

E as tão esperadas cenas de sexo foram tudo menos sexy. Eu já tinha lido em algumas resenhas de críticos que essa parte do filme ficou bem mecânica e ensaiadinhas que não teve graça e realmente eu tive essa sensação durante o filme. Não havia química entre os atores, eles não demonstraram aquele tesão louco que a gente espera de cenas de sexo em um filme que, praticamente, deveria falar sobre isso. Teve muita nudez de Dakota e muito James de calça enquanto praticava BDSM nela, o que só mostra como é mais fácil uma atriz ter que se mostrar completamente nua do que um homem. E como também é bem menos chocante ver o nu frontal feminino do que o masculino, porque o máximo que a gente vê de Jamie no filme é bunda e pelos pubianos, só. Em True Blood e Game of Thrones você ver cenas de sexo mais hard core do que as de 50 Tons de Cinza, além de era serem super rápidas e mal desenvolvidas. A tão esperada cena de BDSM no filme então… Realmente só vai chocar quem nunca viu nenhum tipo de vídeo do gênero.

Um aspecto que me faz amar ou odiar um filme é a fotografia e a de 50 Tons de Cinza realmente é linda, principalmente nas cenas noturnas. Achei o filme mal montado, com cenas jogadas de forma solta no decorrer das 2 horas de duração. Ao mesmo tempo em que ele se arrasta naquele drama todo de Christian e Ana, ele passa batido em diversas coisas e quando você menos espera já passou 1 hora de filme. Os outros atores do elenco praticamente aparecem uma vez cada um, apenas a amiga de Ana (Kate) aparecendo um pouco mais e nos dando a Rosalie bonita que não tivemos em Twilight. Rita Ora, tadinha; você piscava e nem via os 90 segundos de tela que ela teve.

Num geral, é um filme que as fãs mesmo de 50 Tons vão amar porque tem o que elas queriam, que é o amorzinho dos dois. No meu grupo de amigas tinha desde a fã até quem não fazia ideia do que se tratava, e a opinião de todas foi praticamente a mesma; foi uma versão menos pior do que o livro é. Pelo menos na minha sessão não teve as tias com as piriquitas pegando fogo como na de Mirela.

Beijos na Deusa Interior de vocês 🙂

Resenha: Sonhei que Amava Você – Tammy Luciano

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Edição: 1

Editora: Valentina

ISBN: 9788565859455

Páginas: 296

Preço médio: 20,00

Ebook: 19,90

Sinopse: Ele está vivo nos meus sonhos. E que sonhos! Mas é pouco. Eu quero esse garoto na minha vida. Kira, uma garota divertida, generosa e de marcantes cabelos longos, está vivendo um momento único aos 22 anos: ela abriu seu próprio negócio junto com a melhor amiga. É então que, inesperadamente, ela começa a ter suas noites transformadas em poesia e êxtase quando um rapaz desconhecido surge em sua vida. Mas com um detalhe importante: os dois passam a ter um encontro marcado… em seus sonhos. A cada dia, esses momentos secretos ficam mais intensos, apaixonantes e repletos de mistérios. Ela tenta não se entregar, mas a paixão só aumenta, e quando um acidente de carro a leva de encontro ao rapaz de seus sonhos, o mundo a fará entender como nem tudo tem explicação, mas sempre tem um motivo. Mas conhecê-lo no mundo real não será uma tarefa das mais fáceis. Para ter sua tranquilidade de volta e desvendar o que existe por trás deste misterioso encontro, Kira terá que percorrer caminhos difíceis, repletos de obstáculos e barreiras. Ela só tem uma coisa em que acreditar: a vida, quase sempre, reserva o melhor para o final. Uma história cativante e marcante, repleta de desafios, enigmas e perguntas a serem respondidas. Um convite para dar asas à imaginação e aquecer o coração, nos fazendo refletir: pode um grande amor existir somente enquanto sonhamos?

Para quem acompanha o canal, sabe que tive a chance de ir ao lançamento de Sonhei que amava Você da Tammy. Além de rever a autora que é uma fofa, ela cedeu uma rápida entrevista pra gente. Não viu ainda?

Clica aqui para ver como foi!

Conheci a Tammy na ultima Bienal do Rio e além de ela ser uma fofa, super atenciosa, ela também escreve super bem. Adoro as mocinhas dela. Fora que ela consegue construir histórias que garotos também acabam se identificando, o que acho máximo!

Em Sonhei que Amava você, sou toda elogios. Da capa maravilhosa, a diagramação super fofa e o conteúdo delicioso. Leve, apaixonante, divertido e nada melosão. Tive medo que acabasse ficando algo meio meloso demais, mas a Tammy me surpreendeu mais uma vez.

A Kira é uma jovem de 22 anos que ama o que faz. Tem um empreendimento com a melhor amiga e o negócio vem dando certo. Uma família super preocupada, uma vez em que ela seguiu um caminho que nenhum deles imaginava ou planejava para ela, mas que ainda assim é extremamente amorosa.

Cada personagem aqui tem uma função, fazendo com que a história acabe não se tornando repetitiva ou cansativa. Os irmãos dela, Cadu e Cafa (já imagina o pq do apelido né? kkkk) são duas figuras! Quem rouba a cena mesmo é a sua melhor amiga, que tem as melhores tiradas e é responsável por diversos momentos divertidos no livro.

A Kira está de boa com sua família, seus amigos e seu trabalho, mas sente que está faltando algo. Ela vê várias pessoas apaixonadas ao seu redor, mas ainda não teve a sua chance.

Coração vazio também nos dá uma sensação estranha, como se a vida ficasse de certa forma sem graça e não tivesse muita cor. Não estava triste, mas não me sentia feliz.

Narrado em primeira pessoa, outro elogio que faço a Tammy é na hora da descrição dos sonhos. Não são nada certinhos, cada um mais louco que o outro, o que faz com que assim como a Kira, você se questione bastante sobre quem é este misterioso rapaz, mesmo já se acostumando a presença dele em seus sonhos. E quando conhecemos o Felipe, bem, é aí que a história começa de fato. E outro ponto que vale destacar. O Felipe é lindo, tem atitudes encantadoras, fala bonito, é o carinha que toda garota sonha… mas é gente como a gente. Ou seja: tem defeitos!

Um romance contemporâneo com personagens cativantes, descobertas, reviravoltas e a prova de que sonhos e realidade podem andar mais juntos que imaginamos.

A Tammy está de parabéns por mais um livro delicioso. Este em especial está doce na medida certa. Adoro ler os livros dela pq dá pra sentir o carinho, o amor e a dedicação da autora em cada pedacinho dele. Vou encerrar o post recomendando o livro a todos e com um dos meus quotes favoritos.

Eu adoraria dormir uma noite inteira dentro de uma livraria, para saber se os livros ficam parados ou se, enquanto a gente dorme, correm pelas prateleiras e saltam pelo ar, com tantas histórias vivas dentro deles.

XoXo

Resenha: A Máquina de Contar histórias – Mauricio Gomyde

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Edição: 1

Editora: Novo conceito – Selo Novas Páginas

ISBN: 9788581635040

Páginas: 192

Preço médio: 20,00

Ebook: 15,19

Sinopse: Na noite em que o escritor best-seller Vinícius Becker lançou A Máquina de Contar Histórias , o novo romance e livro mais aguardado do ano, sua esposa Viviana faleceu sozinha num quarto de hospital. Odiado em casa por tantas ausências para cuidar da carreira literária, ele vê o chão se abrir sob seus pés. Sem o grande amor da sua vida, sem o carinho das filhas, sem amigos… O lugar pelo qual ele tanto lutou revela-se aquele em que nunca desejou estar. Vinícius teve o mundo nas mãos, e agora, sozinho, precisa se reinventar para reconquistar o amor das filhas e seu espaço no coração da família V. Uma história emocionante, cheia de significados entrelaçados pela literatura, mostrando que o amor de um pai, por mais dura que seja a situação, nunca morre nem se perde.

 

Confesso que já tinha lido um livro do Gomyde no ano passado. Minha experiencia com “Dias melhores para Sempre” foi deliciosa. Um livro que me emprestaram falando que eu deveria ler e ler logo. E assim foi feito.

Em a máquina de contar histórias o autor conseguiu me proporcional uma experiencia ainda mais incrível e rica. Já era um dos livros que estava em minha wishlist para a Bienal de SP, mas infelizmente não pude ir. Ps: a Jeu foi e conseguiu o dela autografado! Meta minha para a Bienal do Rio deste ano 😉

Como já comentei, este segundo contato com seu trabalho e ele conseguiu me deixar ainda mais emocionada. O livro é pequeno, curtinho. Livro que você lê em uma sentada, mas que te absorve de uma maneira mágica. Quando acaba, você passa horas ou até mesmo dias pensando na história. Acredito que todo mundo vai ter a chance de se identificar com o que ocorre. Seja por uma infeliz perda, ou por, em algum momento de sua vida precisar dar uma pausa e enxergar, não apenas ver, o que está a sua volta.

O Vinicius, protagonista do livro é um homem que conseguiu alcançar o sucesso como escritor. Mas em contraponto, apesar de estar extremamente bem em sua vida profissional, sua vida pessoal e familiar se torna quase inexistente. Desde meus tempos de escola escuto que precisamos ter sucesso profissional para ter uma real realização na vida. E a cada dia discordo ainda mais disso. Ter uma realização profissional é importante, mas será mesmo que o sucesso escancarado que vemos hoje em dia é fundamental?  Na realidade pergunto a você: O que é sucesso?

Costumo dizer muitas e muitas vezes que sucesso é uma palavra tão cheia de diferentes significados… E Vinicius se encaixa tão bem como a prova de que sucesso não é tudo. Ele é o autor aclamado, o lançamento de seu livro ‘A máquina de contar histórias’ é um estouro. Um livro que já era desejado desde muito antes de seu lançamento e mesmo assim, quando é apenas Vinicius, se vê completamente sozinho.

A notícia veio dilacerando o peito de Vinícius do jeito que ele jamais poderia ter descrito em uma de suas tantas histórias.

É enquanto tenta lidar com a perda de sua esposa para o câncer e começa a compreender que não conhece muito de suas duas filhas que Vinicius começa a entender que seu sucesso como autor gerou a sua ausência com as pessoas mais importantes de sua vida.

Sem o amor de sua vida, sem o carinho de suas filhas, sem amigos. Seu amor pela profissão é inegável, assim como o amor por sua família, mas ele precisa conquistá-lo e criar novos laços. Sua filha mais nova traz um conforto cômico, até por não compreender exatamente o que vem acontecendo, mas é com sua filha mais velha que ocorre o maior desafio. O peso de toda a responsabilidade de cuidar da irmã mais nova enquanto lidava com a mãe muito doente cai sob seus ombros enquanto o pai está se dedicando ao seu trabalho.

É caindo na estrada com as duas filhas que Vinicius tem a chance de recuperar seu posto de pai, o amor de suas filhas e de também compreender que apesar de amar o que faz, que é muito metódico. Que escrevia histórias cheias de sentimentos e significados quando na realidade mais parecia estar aplicando formulas.

O melhor é ele saber que pode não simplesmente mudar aquela situação, mas aprender e evoluir ainda mais como homem, como pai e como profissional. Apesar da perda que todos sofreram, que a família V ainda pode existir e ser unida e isso vai beneficiar a todos.

Enfim, recomendo o livro a todos. E esta vai ser uma daquelas histórias atemporais, apesar de trazer um tema tão atual sobre trabalhar demais,  ter que fazer sucesso demais perante padrões impostos para poder acreditar que deu certo. Estou em uma super torcida para que essa nova geração de profissionais que vem se formando veja que é importante se dedicar e trabalhar com o que ama, mas que não deve se focar apenas nisso. Que realização profissional tem que andar ao lado com sua realização pessoal. Que não importa com o que você trabalhe, que possa fazer por realmente amar.

A Máquina de contar histórias te faz pensar sobre um montão de coisas. E refletir, desejar ser uma pessoa melhor. Ao menos, esses foram alguns dos sentimentos que o livro despertou em mim.

Aquele foi o caminho trilhado, mas o que viria a seguir? Pouco importava, estradas sempre mudam. Os três só tinham uma certeza: aquela havia sido a jornada mais perfeita que jamais poderiam ter vivido…

Então aproveitando a vibe deliciosa que o livro proporciona pra gente, que tal tirar um tempinho para conversar, visitar e ouvir as pessoas maravilhosas que você tem ao seu lado?

XoXo

Conheça “By any other Name” o novo livro da JM Darhower e leia um trecho do livro!

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PARA TUDOOOOO!!!

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Eu posso estar surtando neste exato momento em que digito!

Ainda hoje, dia 9/2/15 a Khar, ou JM Darhower, uma das minhas autoras favoritas de todo o mundo vai anunciar a pré venda do primeiro livro de sua primeira série! O livro mesmo saí no dia 23 de fevereiro.

Sim! A Autora de Sempre e Monster in his Eyes vai lançar uma nova série este ano. A Khar agora é uma autora parceira de nosso blog, então com exclusividade agora de manhã estamos revelando não apenas a capa, mas também um trecho exclusivo do livro! Animada? Eu? Quem? Oi?

“By any other name” é o 1 livro da série Forbiden.

Bem no coração de Nova York, onde o assassinato o crime e o caos reinam, o amor surge onde ele não pertence e nem todo mundo pode sair ileso. O que você faz quando você se vê apaixonado pelo o inimigo ?

Máfia + Romance proibido + Escrito pela Khar = Mirela está desmaiada!

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Mas vamos falar do livro e ler um trechinho?

BAON Full

Sinopse:

A rivalidade é mortal.
Duas famílias em guerra.
Ninguém está seguro, nem mesmo os inocentes.
Especialmente os inocentes.
Sangue será derramado.

Genevieve ” Genna ” Galante sabe uma coisa ou duas sobre a causar problemas . Afinal de contas, está em seu DNA. Como a única filha de Primo Galante , chefe  da família do crime Galante , sua vida é ditada por um determinado conjunto de regras… E regras, Genna nunca foi muito boa em segui-las.

Matteo ” Matty ” Barsanti nunca quis nada com os negócios da família, mas como o filho primogênito Barsanti, esperam muito dele. É seu dever, de acordo com seu pai, ajudar a derrubar o inimigo… mesmo se o inimigo significar alguma coisa para ele.

Um encontro casual em um elevador muda o curso de tudo, transformando aquele momento em um grande transtorno na vida da jovem Genna. Um bom Barsanti é um Barsanti morto, como ela tinha ouvido seu pai dizer uma vez. Então o que acontece quando ela se apaixona por um deles? A história de amantes que tem seus destinos cruzados e vivem no meio da maior guerra do crime que Nova York já viu. Eles estão determinados a viver esta história… se sobreviverem a briga de seus pais.

Já viram né? O bicho vai pegar! Estou louca para ver essa Nova York mais uma vez sob o olhar da Khar. Adorei o que ela apresentou em Monster in his Eyes. Por sinal, já viu a resenha dessa série? Clica aqui e assiste ao vídeo! A resenha de Sempre saí ainda esse mês! 😉  Abaixo um trechinho do livro, com tradução meia boca feita por mim.

“Um Roman Coke ” Genna ponderou. “O que é isso?”
“É rum com coca. Por aqui a gente chama assim. Roman Coke.”
“Porque você é italiano?”
“E porque quando você ficar bêbado o suficiente, tudo já vai estar misturado de qualquer maneira.”
“Ah.” Genna ergue o copo e o aponta em sua direção. ” Então o que devemos beber por…?”
“Hoje.”
“Hoje?”
Ele assentiu com a cabeça . “Agora, este momento. Vamos beber a ele. “
Sorrindo, ela bate seu copo com o dele. “Ao dia de hoje então.”
Viraram os copos ao mesmo tempo.  O gosto forte da bebida arrematou Genna e ela fez uma careta sentindo o queimor percorrer por sua garganta e parecendo parar apenas no peito. “Ugh , existe mesmo qualquer coca nesta maldita bebida?”
Matty riu, largando seu copo vazio. “Apenas um toque “.
“Nem isso eu poderia dizer que tem.”
“É porque eu prefiro assim” Ele respondeu. “Forte e áspero o suficiente para causar um queimor persistente. Eu gostaria que ele machucasse um pouco.”
Oh! Meu bom Deus. Essas palavras enviaram um frio pela espinha de Genna de forma que ela não pôde esconder dele.  Matty acenou para a garçonete nunca quebrando o contato com os olhos Genna e solicitou mais uma rodada de bebidas.
“Outro?” Ela perguntou, pegando a água para tomar outro gole como se fosse um presente para aliviar a dor em seu peito. “Você disse que era apenas uma bebida. “
Um sorriso malicioso em seus lábios . “Gostei de tê-la por perto.”
” É mesmo? “
“Absolutamente.” Matty ficou de pé, inclinando-se sobre a mesa, seus lábios perto de seu ouvido. “Talvez você me deite te  mostrar mais tarde.”

EITA NOIS! JÁ É DIA 23?

Sobre a autora, que você TEM QUE CONHECER: Conhecida por seus romances  sobre a Máfia recheados com excelentes cenas de suspense. JM Darhower vive em uma pequena cidade na zona rural da Carolina do Norte, onde ela escreve mais do que realmente vê a luz do dia. Ela tem uma profunda paixão pela política e luta contra o tráfico humano.  Quando ela não está ocupada escrevendo ( ou sendo uma fã ) ela está geralmente falando sobre essas coisas.

Onde encontrar a Khar:

Twitter: https://twitter.com/jmdarhower

Facebook: https://www.facebook.com/JMDarhower

Website: http://www.jmdarhower.com/

 

E aí? Animados? Eu já estou contando os dias! kkkkk

XoXo

Mais filmes de Jogos Vorazes? Segundo a Lionsgate, sim!


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O CEO da LionsGate, Jon Feltheimer, já afirmou que considera sim, mais filmes de Jogos Vorazes. De Divergent também, mas como não é o foco…

No dia 6 de fevereiro ele afirmou que está considerando fazer não só uma sequencia, mas um pré-quel também. Acho que todo mundo concorda que existem várias possibilidades bacanas de um pré-quel né?

Eu mesma ia AMAR acompanhar os jogos que o Haymitch foi o vencedor. Conhecer mais de sua história, ver daquela arena sangrenta e acompanhar a sua degradação. Ele é um dos meus personagens favoritos.

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Mas uma sequencia?

Sério mesmo LionsGate? Eu sei que muita gente não ficou satisfeita com o epilogo por diversas rasões. Eu mesma não gostei por apelar pelo felizes para sempre com o Peeta e quem me conhece, sabe que eu não consigo shippar os dois. Não suporto o casal, na verdade. Em Mockingjay parte 1 eu fiquei feliz com o trabalho deles demonstrando a relação dos dois e a fragilidade envolvida, mas mesmo com todo o carinho e com toda a ligação dos dois por conta dos jogos, sempre o vi como uma responsabilidade a mais para ela, assim como os vejo como amigos e não como um casal. Enfim… isso pode ficar para outro post.

Mas um epilogo destrinchado seria uma boa ideia? Partir para o romance e mostrar a construção desse relacionamento deles de fato? Eu até que não acho lá muito má ideia. Quem sabe eu consigo levar a relação deles mais a sério?

Uma coisa que gostaria de ver, é a recuperação da Katniss. O pós tudo. Como ela vai reagir, como ela vai lidar com seus traumas e medos – todos eles. E também a reação dos distritos. Será que logo de primeira todos vão conseguir viver em paz?

Novas reviravoltas, novos roteiros… E você? O que acha? E o que gostaria de ver? Ou não gostaria de ver? É contra os novos filmes?

Tag Criança dos Anos 90 – Jeu

Perguntas:

1. Filme Favorito da Disney
2. Banda/Cantor Favorito
3. Programa de TV Favorito
4. Doce Favorito
5. Brincadeira Favorita
6. Loja Favorita
7. O que você assistia quando chegava da escola?
8. Brinquedos Favoritos
9. Comercial Favorito
10. ‘Nsync ou Backstreet Boys.
11. Tendência Fashion mais estranha
12. Obejto Colecionável Favorito
13. Quantos Tamagotchis você teve?

Taggeio todo mundo que foi criança nos anos 90 para responder essa tag!

Make da Katy Perry no Super Bowl

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Não sei se vocês souberam, mas no domingo aconteceu o Super Bowl, que é a final da temporada de Futebol Americano nos Estados Unidos. Mas não viemos aqui falar do jogo (apesar de eu AMAR futebol americano) e sim da maquiagem que Katy Perry usou no Show do Intervalo.

E se você não sabe da importância do Show do Intervalos, vamos a alguns fatos:

– É o minuto de comercial mais caro da TV americana (chegando a 4 milhões de dólares para exibir sua propaganda);

– Todo ano um artista pop se apresenta, em 2015 sendo Katy Perry;

– Inclusive, seu Show do Intervalo foi o de maior audiência da história do Super Bowl.

Mas também Katy chegou sambando em um tigre mecânico

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Fez homenagem ao frevo e a Recife com os tubarões

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Quebrou tudo com Missy Elliott

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E terminou voando

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Tudo isso usando uma maquiagem linda e bem Katy Perry. Como garota propaganda da Covergirl, ela usou produtos da marca e no Instagram da Covergirl foram revelados dois produtos usados:

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O batom foi o Colorlicius na cor 310 Seduce Scarlet e nos cílios ela usou a máscara Full Lash Bloom, que dar um super efeito de cílios postiços. Tudo baratinho, pena que não vende aqui no Brasil 🙁

Mas que ela tava linda e fez o melhor Show do Intervalo que eu assisti até hoje, isso é inegável. Razzou, Katy!

Beijos